SNFF11 salta 4,29%, CACR11 segue em baixa, e IFIX sobe 0,88%

SNFF11 salta 4,29%, CACR11 segue em baixa, e IFIX sobe 0,88%
SNFF11 salta 4,29%, CACR11 segue em baixa, e IFIX sobe 0,88% (Foto: Pexels/Romulo Queiroz)

O IFIX encerrou o pregão desta quinta-feira (14) em 3.868,16 pontos, com alta de 0,88%, avanço de 33,82 pontos em relação ao fechamento anterior.

O índice de fundos imobiliários voltou a operar próximo das máximas recentes e fechou a sessão em território positivo.

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Durante o dia, o IFIX oscilou entre a mínima de 3.834,35 pontos e a máxima de 3.868,29 pontos. Com o resultado, o índice segue abaixo da máxima de 52 semanas, de 3.944,38 pontos, enquanto a mínima do período permanece em 3.382,05 pontos.

HFOF11 lidera negócios

Entre os FIIs mais negociados da sessão, o HFOF11 (Hedge Top FOFII 3 Fundo de Investimento Imobiliário) liderou o volume, com R$ 1,16 milhão e alta de 2,34%.

Na sequência apareceram o GARE11 (Guardian Real Estate FII), com volume de R$ 1,14 milhão e avanço de 0,36%, e o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário), que registrou volume de R$ 948,17 mil e subiu 1,22%.

Maiores altas e quedas do IFIX

O SNFF11 (Suno Fundo de Fundos de Investimento Imobiliário) registrou a maior alta do pregão, com avanço de 4,29%, encerrando o dia cotado a R$ 75,35. Logo atrás, o VGHF11 (Valora Hedge Fund) teve valorização de 3,71%, terminando o pregão negociado a R$ 5,87 e figurando entre os principais destaques positivos da sessão.

Na ponta negativa, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) voltou a cair, mantendo a trajetória negativa das últimas semanas, e apresentou a maior queda do dia, com recuo de 2,03%, fechando cotado a R$ 36. Já o TVRI11 (Tivio Renda Imobiliária) caiu 1,08%, encerrando o pregão a R$ 91,02.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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