SNEL11 amplia potencial de receitas com conexão de usina em MG

SNEL11 teve mais uma usina fotovoltaica conectada ao sistema elétrica nacional. Saiba mais sobre o impacto na estratégia do fundo.

SNEL11 amplia potencial de receitas com conexão de usina em MG
SNEL11 investe em energia fotovoltaica - Foto: Freepik

O fundo imobiliário SNEL11 anunciou a conexão da usina fotovoltaica São Bento Abade à rede elétrica da Cemig, concessionária regulada responsável pela distribuição em Minas Gerais. Essa etapa é fundamental para que o FII possa iniciar a locação do imóvel para empresas do setor de geração distribuída de energia, ampliando sua receita imobiliária.

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A conclusão do processo de vistoria e conexão ocorreu em 12 de agosto, conforme comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A usina, localizada no município de São Bento Abade, tem capacidade instalada de 7,00 MWp (megawatts pico), que equivale a 5,00 MW em potência instalada em corrente alternada (MW AC).

Ela faz parte do portfólio adquirido na segunda emissão de cotas do SNEL11. A construção dessa usina foi finalizada em dezembro de 2024, aguardando apenas a conclusão dos reforços na rede elétrica local, fase essa já em andamento pela concessionária.

A carteira do SNEL11 inclui 17 usinas fotovoltaicas, algumas construídas pelo próprio fundo — como a São Bento Abade — e outras adquiridas em operação. Em junho, o fundo atingiu sua maior receita de locação até o momento, totalizando R$ 1,868 milhão. A conexão da usina ao sistema elétrico deve potencializar esse valor, refletindo, também, o crescimento das receitas e, por consequência, dos dividendos pagos aos cotistas.

SNEL11: como ficam os dividendos?

No curto prazo, os dividendos do SNEL11 não devem ser impactados com a conexão da usina São Bento Abade, mesmo que a gestão consiga acertar rapidamente um contrato de locação. Isso acontece porque o mercado de energia tem um delay de alguns meses entre a assinatura de contratos de locação e o efetivo recebimento dos valores pelo proprietário.

Na última segunda-feira (25), o SNEL11 pagou os dividendos referentes aos resultados de julho, repetindo o valor de R$ 0,10 pelo 14º mês consecutivo. O valor equivale a uma rentabilidade superior a 14% ao ano, livre de tributação.

Para ampliar sua capacidade de investimento, o SNEL11 está realizando sua 4ª emissão de cotas, com o objetivo de captar aproximadamente R$ 637 milhões. O período inicial de captação para investidores institucionais e não institucionais na B3 vai até 9 de setembro. O preço unitário de cada cota está fixado em R$ 8,60, dos quais R$ 8,32 representam o valor da cota e R$ 0,28, o custo da subscrição.

Os recursos obtidos na nova emissão serão usados para aquisição de até 18 usinas já prontas e 4 em fase de projeto, reforçando a estratégia de crescimento do fundo. Nos últimos meses, o SNEL11 tem registrado aumento na liquidez média e na base de investidores, que já soma cerca de 40 mil cotistas. Além disso, foi reconhecido pela revista “Investidor Institucional” como um dos 10 fundos mais rentáveis do setor de renda imobiliária nos últimos 12 meses, com rentabilidade total de 20,07%, incluindo valorização de cotas e distribuição de dividendos.

Essa performance de destaque e o foco em energia renovável reforçam a tese de investimento no SNEL11, um fundo que tem se consolidado como referência no segmento de energias limpas com a entrega de retorno consistente para seus cotistas.

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