IFIX fecha terça-feira em queda de 0,15% aos 3.875,45 pontos

IFIX fecha terça-feira em queda de 0,15% aos 3.875,45 pontos
O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta terça-feira (17) aos 3.875,45 pontos, registrando queda de 0,15%, equivalente a um recuo de 5,82 pontos em relação ao fechamento anterior. Ao longo do dia, o índice oscilou entre a mínima de 3.875,45 pontos e a máxima de 3.883,48 pontos, mantendo variação dentro de uma faixa estreita. O fechamento ficou abaixo do patamar observado no pregão anterior, que havia sido de 3.881,27 pontos - Foto: Pexels

O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta terça-feira (17) aos 3.875,45 pontos, registrando queda de 0,15%, equivalente a um recuo de 5,82 pontos em relação ao fechamento anterior.

Ao longo do dia, o índice oscilou entre a mínima de 3.875,45 pontos e a máxima de 3.883,48 pontos, mantendo variação dentro de uma faixa estreita. O fechamento ficou abaixo do patamar observado no pregão anterior, que havia sido de 3.881,27 pontos.

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O sobe-e-desce dos FIIs

Entre as maiores altas do dia, o PCIP11 (Pátria Crédito Imobiliário FII) liderou os ganhos, com valorização de 1,28%, encerrando o pregão cotado a R$ 86,71.

Na sequência, o ICRI11 (Itaú Crédito Imobiliário IPCA FII) avançou 1,27%, com fechamento em R$ 99,85, figurando entre os destaques positivos da sessão.

No lado das quedas, o KIVO11 (Kinea Índices de Preços FII) apresentou o pior desempenho do dia, com recuo de 2,45%, terminando o pregão cotado a R$ 64,89.

Logo atrás, o GZIT11 (Gazit Malls FII) registrou queda de 2,31%, com preço de fechamento em R$ 45,64, completando a lista das maiores perdas do dia.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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