Fundo imobiliário reduz vacância para 48,6% após novo contrato de locação no RJ

Fundo imobiliário reduz vacância para 48,6% após novo contrato de locação no RJ
Fundo imobiliário reduz vacância para 48,6% após novo contrato de locação no RJ - Foto: Prêmio Construtora/Divulgação

O fundo imobiliário XPCM11 (XP Corporate Macaé) anunciou a assinatura de um novo contrato de locação para parte dos andares 8º e 9º do Edifício The Corporate Macaé, localizado em Macaé (RJ).

A área total locada é de 532,07 metros quadrados, conforme fato relevante divulgado ao mercado.

Com a celebração do contrato, a vacância física do fundo será reduzida de 51% para aproximadamente 48,6%. O percentual anterior havia sido informado em fato relevante publicado em 9 de março de 2026.

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Detalhes do contrato e cronograma de receita

O contrato foi firmado com uma empresa do setor de óleo e gás e possui prazo de vigência de 60 meses, com início em 18 de março de 2026.

De acordo com a administradora, a receita bruta total estimada ao longo do contrato é de R$ 0,480381 por cota, considerando a quantidade atual de cotas emitidas pelo fundo. A geração de receita ocorrerá de forma escalonada ao longo do período contratual, em função de condições como carência e evolução dos pagamentos.

Após o término do período de carência, a estimativa de receita mensal é de aproximadamente R$ 0,017629 por cota até o 12º mês. Entre o 13º e o 24º mês, o valor estimado é de R$ 0,105772 por cota. A partir do 25º mês, a receita mensal projetada é de R$ 0,356980 por cota, desconsiderando efeitos de correção inflacionária e eventuais reduções de despesas condominiais.

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A administradora também informa que os valores apresentados são estimativas e não representam garantia de rentabilidade futura.

Contexto da vacância e atualização ao mercado

A nova locação ocorre após a divulgação do nível de vacância anterior e reflete a ocupação de parte das áreas disponíveis no imóvel. A atualização foi comunicada ao mercado por meio de fato relevante, conforme as regras aplicáveis aos fundos imobiliários.

Além disso, o fundo poderá reter até 5% dos lucros semestrais apurados em regime de caixa, conforme previsto na regulamentação vigente aplicável à indústria de fundos imobiliários.

O comunicado do fundo imobiliário reforça que as projeções apresentadas consideram as condições contratuais atuais e podem sofrer alterações ao longo do tempo, a depender de variáveis como reajustes previstos em contrato e demais fatores operacionais relacionados ao ativo.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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