RBRS11: fundo imobiliário fecha novo contrato por 5 anos; qual impacto no resultado?
O fundo imobiliário RBRS11 anunciou a celebração de um novo contrato de locação para a loja de fachada ativa do edifício Urbic Sabiá, em Moema, na cidade de São Paulo.
O espaço tem 240 metros quadrados e será ocupado pela empresa Diogo da Fonseca Teixeira Consultoria em Visagismo, Imagem e Estilo, que atua no segmento de beleza, mais especificamente com salão de cabeleireiro.
Segundo as informações divulgadas, a operação tem potencial para reforçar o resultado recorrente do fundo imobiliário RBRS11.
A estimativa é de impacto mensal positivo de cerca de R$ 0,03 por cota, considerando tanto a entrada da receita de aluguel quanto a redução de gastos ligados à vacância. Esse efeito deve começar a aparecer a partir do primeiro recebimento, previsto para outubro de 2026.
O contrato firmado pelo FII RBRS11 é do tipo típico e terá duração de cinco anos, com vigência até março de 2031.
O reajuste será feito pelo IPCA, enquanto o valor da locação e as condições comerciais foram definidos em patamar alinhado às transações mais recentes observadas na região de Moema.
Detalhes do acordo do fundo imobiliário RBRS11
Além da geração de receita futura, a nova ocupação também reduz custos que vinham sendo suportados pelo fundo em função do imóvel vago.
Desde a assinatura do contrato, a locatária já assumiu as despesas de IPTU e condomínio, o que também contribui para aliviar o impacto da vacância sobre o caixa do fundo RBRS11.
Em relação às condições de saída, o contrato prevê que, em caso de rescisão antecipada, a locatária deverá comunicar sua intenção com antecedência mínima de seis meses.
Nessa hipótese, ainda haverá incidência de multa equivalente a três meses de aluguel, calculada de forma proporcional, além da devolução integral, devidamente atualizada, de todos os valores concedidos anteriormente em forma de carência e descontos.
Com a nova locação, o RBRS11 passa a contar com um novo ocupante para um ativo localizado em uma das regiões mais tradicionais da capital paulista.
A gestão do fundo imobiliário destaca que a entrada da empresa no imóvel tende a beneficiar os demais locatários do empreendimento, ao mesmo tempo em que fortalece a ocupação do edifício e melhora a perspectiva de resultado mensal do FII.