PCIP11: fundo imobiliário paga dividendos de 11,3% ao ano; veja resultados do mês

PCIP11: fundo imobiliário paga dividendos de 11,3% ao ano; veja resultados do mês
PCIP11: fundo imobiliário paga dividendos de 11,3% ao ano

O fundo imobiliário PCIP11 encerrou fevereiro com resultado de R$ 14,243 milhões, em leve retração frente aos R$ 14,685 milhões apurados em janeiro. 

No período, o fundo PCIP11 registrou receitas de R$ 20,601 milhões e despesas de R$ 1,248 milhão.

No valor por cota, o resultado distribuível do mês ficou em R$ 0,84, enquanto a distribuição realizada aos investidores foi de R$ 0,80 por cota, com pagamento feito em 16 de março. O valor corresponde a um dividend yield (DY) de 11,3% ao ano. 

A partir dessa distribuição de dividendos do PCIP11, o FII tem uma reserva acumulada de R$ 0,40 por cota.

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Ao fim de fevereiro, o PCIP11 mantinha 94,9% de seu patrimônio líquido investido. Desse total, 87,2% estavam alocados em CRI e operações estruturadas. 

Essa parcela da carteira apresentava rentabilidade média ponderada de 16,1% ao ano, equivalente a IPCA mais 10,5% ao ano, além de prazo médio de 3,4 anos e spread médio de 2,3% ao ano. Em 27 de fevereiro, o fundo não possuía operações compromissadas.

Detalhes da carteira do fundo imobiliário PCIP11

A estrutura do portfólio do FII PCIP11 reunia 107 CRI e quatro operações estruturadas. A maior parte da carteira seguia concentrada em ativos corrigidos pelo IPCA, que representavam 90% do total, com retorno médio de IPCA mais 10,4% ao ano. 

Os papéis atrelados ao CDI respondiam por 6%, com remuneração média de CDI mais 5,0% ao ano. Já os títulos indexados ao IGP-M correspondiam a 3%, com taxa média de IGP-M mais 10,0% ao ano, enquanto a fatia prefixada representava 1%, a uma taxa média de 13,9% ao ano. 

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Além disso, o fundo imobiliário PCIP11 também mantinha uma alocação estratégica em outros fundos imobiliários.

Na gestão da carteira, fevereiro foi marcado pela continuidade da estratégia de reciclagem de ativos e aproveitamento de oportunidades abertas pelos movimentos recentes do mercado. Dentro desse processo, o fundo ampliou em R$ 0,4 milhão sua posição no CRI Edificatto A e em mais R$ 0,4 milhão no CRI Edificatto B, ambos adquiridos a uma taxa de IPCA mais 12,6% ao ano.

No monitoramento de riscos, não houve inclusão de novos CRI na watchlist ao longo do mês. Ainda assim, a gestão destacou que segue acompanhando de perto os desdobramentos envolvendo as operações do GPA. 

O relatório do PCIP11 também reforça que ativos presentes nessa lista de observação podem, eventualmente, passar por remarcação, a depender do entendimento da gestão.

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