TIM amplia geração própria de energia renovável e reforça tendência vista no SNEL11

TIM amplia geração própria de energia renovável e reforça tendência vista no SNEL11
SNEL11 atua no setor de energia fotovoltaica - Foto: Pixabay

A TIM anunciou a ampliação de sua estratégia de geração própria de energia renovável, alcançando a produção de cerca de 70% de toda a eletricidade consumida em suas operações no Brasil.

A companhia informou que conta atualmente com 136 usinas de geração distribuída, entre empreendimentos solares, hídricos e de biogás, espalhados por 23 estados e pelo Distrito Federal.

Segundo a operadora, a estrutura abastece mais de 20 mil antenas de telecomunicações e possui capacidade de geração próxima de 474 gigawatts-hora por ano, volume equivalente ao consumo anual de cidades como Uberlândia (MG) ou Ribeirão Preto (SP).

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A iniciativa ocorre após a empresa operar durante cinco anos utilizando exclusivamente energia renovável. Agora, o foco passa a ser o aumento da eficiência energética e a redução da dependência de compras de eletricidade no mercado livre.

Para isso, a TIM anunciou investimentos em inteligência artificial aplicada à gestão energética. A tecnologia será utilizada para monitorar padrões de consumo, identificar inconsistências de medição e otimizar a utilização dos recursos energéticos em suas operações.

O movimento reforça uma tendência observada em diversos setores da economia brasileira, nos quais empresas têm buscado ampliar a autonomia energética por meio da geração distribuída e de contratos de longo prazo ligados a fontes renováveis.

Estratégia da TIM: Geração distribuída fortalece mercado do SNEL11

Estratégia adotada pela TIM dialoga diretamente com um dos principais vetores de crescimento observados pelo SNEL11, fundo imobiliário especializado em ativos de geração distribuída.

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Nos últimos relatórios gerenciais, o fundo destacou que o Brasil já ultrapassou a marca de 7 milhões de conexões de geração distribuída, com crescimento superior a 25% na comparação anual. Segundo dados apresentados pela gestão, mais de 99% dessas conexões utilizam sistemas solares fotovoltaicos.

O modelo utilizado por grandes consumidores de energia tem se tornado cada vez mais relevante para o setor. Em vez de depender exclusivamente da compra de eletricidade das distribuidoras, empresas passam a buscar estruturas que ofereçam previsibilidade de custos e exposição crescente a fontes renováveis.

Essa dinâmica também está presente na tese do SNEL11. O fundo investe em usinas de geração distribuída que são locadas para consumidores e consórcios de energia, criando receitas recorrentes a partir do uso da infraestrutura energética pelos clientes.

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Para a gestão do fundo, o crescimento da geração distribuída continua sendo um dos principais motores de expansão do setor elétrico brasileiro. O avanço de iniciativas como as anunciadas pela TIM reforça a demanda por soluções energéticas descentralizadas e ajuda a evidenciar o potencial de longo prazo dos ativos ligados à transição energética e à produção renovável no país.

Liquidez recorde e foco em geração distribuída

Com 100 mil cotistas, liquidez recorde e foco em geração distribuída, o SNEL11 vem reforçando sua relevância no ecossistema de fundos listados de energia renovável.

A combinação de renda periódica, diversificação e aderência a megatendências setoriais sustenta a atratividade do veículo para investidores de médio e longo prazos.

Para o investidor que busca renda recorrente e exposição à infraestrutura de energia, o SNEL11 oferece uma proposta equilibrada entre estabilidade operacional e crescimento. O ciclo de expansão atual, aliado ao avanço da transição energética no país, tende a fortalecer a tese e manter o fundo em evidência no mercado.

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foto: Vinícius Alves
Vinícius Alves
Jornalista

Jornalista formado na Faculdade Cásper Líbero. Com passagens pela Agência Estado e Editora Globo.

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