GARE11, HGRU11, RBVA11 e AAZQ11 são destaques do Bom Dia FIIs (16/7)

GARE11, HGRU11, RBVA11 e AAZQ11 são destaques do Bom Dia FIIs (16/7)
GARE11, HGRU11, RBVA11 e AAZQ11 são destaques do Bom Dia FIIs (16/7) (Foto: Pexels)

Os fundos imobiliários GARE11, HGRU11, RBVA11, AAZQ11 e IBBP11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta quinta-feira (16). Na quarta-feira (15), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.839,16 pontos, com alta de 0,2%, o equivalente a um avanço de 7,78 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.831,38 pontos.

Entre os fundos que registraram as maiores altas do dia, o AIEC11 (Autonomy Edifícios Corporativos FII) liderou os ganhos, com valorização de 7%, encerrando o pregão cotado a R$ 61. Já entre os FIIs mais negociados do dia em volume de cotas, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) liderou, com 1,77 milhão de cotas negociadas e alta de 0,31%.

Leia mais
IFIX fecha em alta e avança 0,2%; AIEC11 salta 7% no pregão
GARE11 ou HGRU11: qual o melhor FII de renda urbana? Veja indicadores
RBVA11 fecha contrato de 10 anos para imóvel em Jundiaí
Fiagro AAZQ11 lucra R$ 2,4 mi, realiza novas alocações e mantém cota estável
Resultado do IBBP11 soma R$ 7,1 milhões em junho; FII mantém plano de distribuição

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

GARE11 ou HGRU11: qual o melhor FII de renda urbana? Veja indicadores dos dois fundos

Entre os fundos imobiliários mais negociados da B3, GARE11 (Guardian Real Estate) e HGRU11 (Pátria Renda Urbana) costumam aparecer entre as opções acompanhadas por investidores em busca de renda recorrente e liquidez. Embora ambos sejam frequentemente classificados pelo mercado como fundos de renda urbana, eles apresentam características distintas, o que torna comum a comparação entre os dois.

Mas afinal, qual deles apresenta indicadores mais elevados? A resposta depende do critério analisado. Alguns indicadores favorecem o GARE11, enquanto outros são superiores no HGRU11. Um dos indicadores utilizados para medir o porte de um fundo imobiliário é o patrimônio líquido. Nesse quesito, o HGRU11 possui aproximadamente R$ 3 bilhões, enquanto o GARE11 registra cerca de R$ 2,7 bilhões.

Na data da comparação, as cotas eram negociadas a R$ 126,86 no HGRU11 e a R$ 8,12 no GARE11. Mais importante do que o preço da cota é observar o indicador P/VP, que compara o preço da cota com o valor patrimonial. O HGRU11 apresenta P/VP de 0,98, enquanto o GARE11 registra 0,88. Em ambos, as cotas eram negociadas abaixo do valor patrimonial por cota — o desconto era maior no GARE11.

Leia mais
GARE11 ou HGRU11: qual o melhor FII de renda urbana? Veja indicadores

RBVA11 fecha contrato de 10 anos para imóvel em Jundiaí

RBVA11 (Rio Bravo Renda Varejo) anunciou a assinatura de um contrato de locação com a Geo Cosméticos para parte do imóvel Centro Jundiaí, no interior de São Paulo.

Segundo fato relevante divulgado ao mercado, a empresa ocupará dois pavimentos do edifício, totalizando aproximadamente 2.987,81 metros quadrados de área bruta locável (ABL), em um contrato típico com prazo de 10 anos e reajuste anual pelo IPCA. De acordo com a gestora, a nova locação foi estruturada para que não haja período de vacância entre a saída do atual ocupante, o Santander, e a entrada da nova locatária, desde que a desocupação ocorra conforme o cronograma previsto.

O comunicado informa ainda que o contrato contém uma cláusula resolutiva vinculada à entrega do imóvel pelo Santander. Caso haja atraso na desocupação, o início da vigência da locação será automaticamente postergado.

Leia mais
RBVA11 fecha contrato de 10 anos para imóvel em Jundiaí

Fiagro AAZQ11 lucra R$ 2,4 mi, realiza novas alocações e mantém cota patrimonial estável

Fiagro AAZQ11 registrou em junho um resultado contábil de R$ 2,44 milhões, equivalente a R$ 0,1017 por cota, ao mesmo tempo em que manteve a cota patrimonial estável em R$ 8,628, segundo relatório gerencial divulgado pela gestão.

No período, o fundo distribuiu R$ 0,0825 por cota em rendimentos, o que representa um dividend yield mensal de 1,14% e retorno equivalente a 102% do CDI, considerando a cotação de mercado. No acumulado do primeiro semestre, a média de distribuição alcançou R$ 0,10 por cota, correspondente a um dividend yield mensal de 1,38%, ou 17,8% em base anualizada.

Ao final de junho, cerca de 95,8% do patrimônio líquido do fundo estava investido em ativos ligados ao agronegócio. Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) concentravam 65,1% da carteira, enquanto os Fiagros de direitos creditórios respondiam por 29,8% das alocações.

Leia mais
Fiagro AAZQ11 lucra R$ 2,4 mi, realiza novas alocações e mantém cota patrimonial estável

Resultado do IBBP11 soma R$ 7,1 milhões em junho; FII mantém plano de distribuição

O fundo imobiliário IBBP11 fechou em junho um resultado líquido de R$ 7,06 milhões, mantendo indicadores operacionais elevados e anunciando uma nova distribuição de rendimentos aos cotistas.

Para o período, o fundo aprovou o pagamento de R$ 0,09 por cota aos detentores da Cota Sênior e de R$ 0,082 por cota aos investidores da Cota Ordinária. Os pagamentos estão previstos para os dias 15 e 16 de julho, respectivamente, para os cotistas posicionados em 7 de julho. Segundo a gestão, a distribuição está em linha com o planejamento financeiro do fundo e acompanha as projeções de geração de receita e caixa para os próximos meses.

No campo operacional, o IBBP11 terminou junho com 95,7% de ocupação física e 96,5% de adimplência, indicadores que, segundo a administração, refletem a qualidade dos ativos industriais e da carteira de locatários.

Leia mais
Resultado do IBBP11 soma R$ 7,1 milhões em junho; FII mantém plano de distribuição

Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça.
foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

notícias relacionadas últimas notícias