IFIX fecha em alta e avança 0,2%; AIEC11 salta 7% no pregão

IFIX fecha em alta e avança 0,2%; AIEC11 salta 7% no pregão
IFIX fecha em alta e avança 0,2%; AIEC11 salta 7% no pregão (Foto: Pexels/Pixabay/Sergei Tokmakov)

O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (15) aos 3.839,16 pontos, com alta de 0,2%, o equivalente a um avanço de 7,78 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.831,38 pontos.

Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.831,48 pontos e a máxima de 3.840,39 pontos. O indicador permaneceu em campo positivo durante boa parte do dia e terminou o pregão próximo da máxima.

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A máxima do IFIX em 52 semanas segue em 3.944,38 pontos, enquanto a mínima do período é de 3.402,09 pontos.

Entre os fundos que registraram as maiores altas do dia, o AIEC11 (Autonomy Edifícios Corporativos FII) liderou os ganhos, com valorização de 7%, encerrando o pregão cotado a R$ 61. Na segunda posição entre as maiores valorizações apareceu o TOPP11 (RBR Top Offices FII), que avançou 4,76% e fechou o dia negociado a R$ 71,11.

MXRF11 lidera negócios

Entre os FIIs mais negociados do dia em volume de cotas, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) liderou, com 1,77 milhão de cotas negociadas e alta de 0,31%. Na sequência vieram o GGRC11 (GGR Covepi Renda Fundo de Investimento Imobiliário), com 1,61 milhão de cotas negociadas e avanço de 0,1%; e o GARE11 (Guardian Logística FII), com 1,3 milhão de cotas negociadas e queda de 0,49%.

Outros destaques do pregão foram o CPTS11 (Capitania Securities II Fundo de Investimento Imobiliário), com 739,14 mil cotas negociadas e alta de 0,41%; e o SNEL11 (Suno Energias Limpas FII), com 453,58 mil cotas negociadas, encerrando o dia estável (0,00%).

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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