IFIX fecha em ligeira alta de 0,06% aos 3.746,97 pontos

IFIX fecha em ligeira alta de 0,06% aos 3.746,97 pontos
Foto: Suno/Banco

O IFIX encerrou o pregão desta quinta-feira (10) aos 3.746,97 pontos, com alta de 0,06%, equivalente a um avanço de 2,22 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.744,75 pontos.

Durante o dia, o índice de fundos imobiliários registrou mínima de 3.738,21 pontos e máxima de 3.749,01 pontos. A abertura ocorreu aos 3.744,75 pontos, mesmo nível do fechamento da sessão anterior.

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O IFIX terminou o pregão 2,04 pontos abaixo da máxima do dia e 8,76 pontos acima da mínima. No intervalo de 52 semanas, o índice apresenta mínima de 3.512,25 pontos e máxima de 3.944,38 pontos.

O KORE11 (Kinea Oportunidades Real Estate) registrou a maior alta do pregão, com valorização de 2,74%, equivalente a R$ 1,76, e encerrou as negociações cotado a R$ 66,09. Na segunda posição entre as maiores altas, o BROF11 (BRPR Corporate Offices) avançou 1,92%, ou R$ 1,14, com preço de fechamento de R$ 60,65.

SNEL lidera negócios

Entre os FIIs mais negociados, o SNEL11 (Suno Energias Limpas) movimentou 2,51 milhões de cotas e caiu 1,74%, seguido pelo MXRF11 (Maxi Renda), com 1,79 milhão de cotas negociadas e estabilidade, e pelo GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária), com 1,28 milhão de cotas e também estável.

Na sequência, o BTHF11 (BTG Pactual Real Estate Hedge Fund) movimentou 679,72 mil cotas e recuou 0,11%, enquanto o BTCI11 (BTG Pactual Crédito Imobiliário) registrou 668,82 mil cotas negociadas e queda de 0,11%.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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