Bahia deve atingir 27 GW em energia solar; SNEL11 entra nesse movimento

Bahia deve atingir 27 GW em energia solar; SNEL11 entra nesse movimento
Energia renovável Solar (imagem ilustrativa). Foto: Unsplash

A Bahia vem consolidando sua posição como um dos principais polos da transição energética no Brasil, impulsionada pelo avanço acelerado das fontes solar e eólica. O crescimento do setor tem atraído investimentos em geração, infraestrutura e indústria, ampliando o peso do estado dentro da cadeia nacional de energia limpa.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, a geração solar possui capacidade relevante de impacto econômico e social, com média estimada de 30 empregos gerados por megawatt instalado ao ano. Já levantamento da Associação Brasileira de Energia Eólica em parceria com a GO Associados aponta que cada R$ 1 investido em energia eólica e solar gera aproximadamente R$ 2,90 no Produto Interno Bruto (PIB).

Além da geração de energia, a Bahia também vem ampliando sua relevância industria. De acordo com o site A Tarde, a presença de fabricantes globais e o fortalecimento do Polo Industrial de Camaçari ajudam a transformar o estado em um hub ligado à cadeia produtiva das renováveis, aumentando retenção de renda, arrecadação e empregos qualificados.

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O avanço do setor ocorre em meio a projeções de forte expansão da capacidade instalada. A expectativa é que a Bahia alcance cerca de 27 GW de potência até 2030, consolidando-se como uma das principais referências nacionais em energia solar.

SNEL11 amplia presença na Bahia com nova usina solar

O SNEL11 anunciou recentemente a incorporação da UFV Paramirim ao seu portfólio, marcando a entrada do fundo na Bahia e ampliando a diversificação geográfica da carteira.

A usina está localizada no interior do estado e opera na área de concessão da Coelba, distribuidora pertencente ao grupo Neoenergia
. O ativo possui capacidade instalada de 5 MW, equivalente a 6,72 MWp, com potencial estimado de geração anual de 12.168 MWh.

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O projeto opera no modelo de geração distribuída, sistema em que a energia produzida é convertida em créditos para consumidores conectados à mesma rede elétrica. Segundo o fundo, a estratégia ajuda a ampliar previsibilidade de receitas e reduzir riscos operacionais.

Além disso, a produção da usina está contratada com a NUV Energia até janeiro de 2030, garantindo contratos de longo prazo considerados fundamentais para sustentar fluxo de caixa recorrente e estabilidade na distribuição de rendimentos aos cotistas.

SNEL11 e o avanço dos investimentos em energia limpa

Veículos como o SNEL11 ganham relevância ao oferecer exposição direta à transição energética. Recentemente, o fundo anunciou a aquisição de 20 usinas solares distribuídas em diferentes estados, somando 87,5 MWp de capacidade instalada, em um investimento de R$ 436,2 milhões.

A operação reforça uma estratégia alinhada ao que se observa globalmente: diversificação geográfica, previsibilidade de receita e foco em ativos reais ligados à geração de energia limpa.

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foto: Vinícius Alves
Vinícius Alves
Jornalista

Jornalista formado na Faculdade Cásper Líbero. Com passagens pela Agência Estado e Editora Globo.

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