BTHF11, HGLG11, PMLL11 e SNEL11 são destaques do Bom Dia FIIs (6/8)
Os fundos imobiliários BTHF11, HGLG11, PMLL11 e SNEL11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta quinta-feira (6). Na quarta-feira (5), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.781,99 pontos, com queda de 0,06%, recuo de 2,39 pontos em relação ao fechamento anterior.
Entre os fundos mais negociados da sessão, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) movimentou 1,99 milhão de cotas e caiu 1,02%. Na sequência apareceram o MXRF11 (Maxi Renda), com volume de 1,1 milhão de cotas e baixa de 0,21%; e o VGHF11 (Valora Hedge Fund), com 1,04 milhão de cotas e alta de 1,94%.
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IFIX fecha novamente em leve queda, com recuo de 0,06%
BTHF11 compra 76% de shopping por montante milionário; veja valor
HGLG11: um dos FIIs mais populares da bolsa — veja dividendos e estratégia
PMLL11 fecha compra milionária no Shopping Jardim Sul; confira valor
SNEL11 lucra R$ 6,36 milhões, reduz custos operacionais e supera 110 mil cotistas
Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:
BTHF11 compra 76% de shopping por montante milionário; veja valor
O fundo imobiliário BTHF11 concluiu a aquisição de uma participação de 76% no imóvel onde funciona o Shopping Pátio Cianê, em Sorocaba, no interior de São Paulo. O negócio, formalizado em 4 de agosto, foi fechado pelo valor total de R$ 220,4 milhões.
Localizado na Avenida Doutor Afonso Vergueiro, no Centro da cidade, o empreendimento possui 19.520 metros quadrados de área bruta locável própria. A partir da assinatura do acordo, o FII BTHF11 passou a ter direito à parcela da receita mensal de locação correspondente à participação adquirida.
Segundo as projeções, a renda gerada pelo ativo deve representar aproximadamente R$ 0,01 por cota. O fundo informou ainda que o dividend yield estimado para os primeiros 24 meses é de 42,1%. A gestora do fundo imobiliário BTHF11 calcula um cap rate anual de 10,2% para a transação. A estimativa considera o Resultado Operacional Líquido, ou NOI, projetado após o pagamento da última parcela da aquisição.
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HGLG11: um dos FIIs mais populares da bolsa — veja dividendos e estratégia
Com cerca de 578,8 mil cotistas ao fim de junho de 2026, o fundo imobiliário HGLG11 figura entre os mais populares da bolsa brasileira. Seu patrimônio líquido era de aproximadamente R$ 7,6 bilhões, ante um valor de mercado de R$ 6,9 bilhões, segundo o relatório gerencial.
A cota patrimonial estava em R$ 166,60, enquanto o mercado negociava o papel a R$ 151,00, o que colocava o P/VP em 0,91 vez. Este raio-x reúne os dados de dividendos, carteira, locatários e estrutura de capital, para que o investidor tire suas próprias conclusões.
Entre julho de 2025 e junho de 2026, o fundo pagou R$ 1,10 por cota em todos os meses, o que somou R$ 13,20 no acumulado de 12 meses. Na data-base do relatório, esse patamar de dividendos do HGLG11 correspondia a um dividend yield anualizado de 8,7% sobre a cotação de mercado e de 7,9% sobre o valor patrimonial.
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PMLL11 fecha compra milionária no Shopping Jardim Sul; confira valor
O fundo imobiliário PMLL11 assinou um instrumento que prevê a aquisição de 10% do Shopping Jardim Sul, empreendimento na cidade de São Paulo. A operação foi fechada em R$ 67 milhões. Segundo a gestora, o investimento deve apresentar yield médio de 11,6% ao ano nos dois primeiros anos. Depois da estabilização da operação, a projeção de retorno é de cerca de 9,1% ao ano.
A aquisição segue a estratégia do PMLL11 de direcionar recursos a shoppings dominantes em suas regiões e com potencial de valorização. O fundo busca ampliar a diversificação e elevar a qualidade do portfólio, priorizando empreendimentos com indicadores operacionais acima da média atual da carteira.
O Shopping Jardim Sul tem 28.710 metros quadrados de Área Bruta Locável. Descrito pelo FII PMLL11 como um empreendimento tradicional e consolidado na capital paulista, o ativo é voltado principalmente aos consumidores das classes A e B.
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SNEL11 lucra R$ 6,36 milhões, reduz custos operacionais e supera 110 mil cotistas
O fundo imobiliário SNEL11 fechou junho de 2026 com lucro de R$ 6,36 milhões, em um mês marcado por avanços operacionais, expansão da base de investidores e preparação para um novo ciclo de crescimento com a quinta emissão de cotas.
Entre os principais destaques do período está a redução dos custos de operação e manutenção (O&M) de parte do portfólio, resultado de um processo competitivo de contratação conduzido pela gestora. Segundo o relatório gerencial, o fundo também ultrapassou a marca de 110 mil cotistas, ao mesmo tempo em que registrou a maior liquidez média diária de sua história, superior a R$ 7 milhões.
Outro movimento relevante foi o início da 5ª emissão de cotas, lançada em 16 de junho. A oferta prevê captação de até R$ 1,8 bilhão, podendo alcançar R$ 2,3 bilhões caso seja exercido o lote adicional de 25%. O preço de emissão foi fixado em R$ 8,65 por cota.
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