O‌ ‌‌IFIX‌‌ fechou ‌a‌ ‌última‌ ‌quinta-feira‌ ‌(6)‌ ‌em ‌alta ‌de‌ ‌0,23%,‌ terminando ‌o‌ ‌dia‌ ‌em 2.855,28 ‌pontos.‌ ‌No‌ ‌acumulado‌ ‌do‌ ‌mês‌ ‌de‌ ‌maio‌ ‌e‌ ‌do‌ ‌ano‌ ‌de‌ ‌2021,‌ ‌a‌ ‌variação‌ ‌do‌ ‌índice‌ ‌é‌ ‌de‌ ‌-0,20%‌ ‌e‌ -0,51%,‌ ‌respectivamente.‌ ‌

 ‌Também,‌ ‌o‌ ‌índice‌ ‌‌SUNO30‌‌ ‌fechou‌ ‌em‌ alta ‌de‌ ‌0,08%‌ ‌e‌ ‌103,97 ‌pontos.‌ ‌Veja‌ ‌na‌ ‌tabela‌ abaixo:‌ 

fechamento 06-05

Confira as principais notícias do mercado de FIIs:

MGHT11 informa que está em processo de compra de imóvel 

A gestão do FII Mogno Hotéis (MGHT11), detalhou em fato relevante divulgado na quinta-feira (6), a assinatura de memorando de entendimentos com o objetivo de compra de imóvel. A Mogno Capital Investimentos deu detalhes de como será o processo de compra. 

O FII Mogno Hotéis é um fundo de tijolo com foco em ativos do setor hoteleiro. Porém, o MGHT11 também possui investimentos em renda fixa. 

Neste caso, a aquisição em questão se refere a 51% do Hotel Canopy by Hilton, localizado no bairro Jardins, em São Paulo. A vendedora do imóvel é a Monte Hilaire Empreendimento Hoteleiros. 

O valor total da compra é de R$ 75 milhões e será pago da seguinte forma: 

  1. R$ 6 milhões a título de sinal e princípio de pagamento divididos em sete parcelas;
  2. R$ 69 milhões após a superação satisfatória das condições resolutivas do negócio; 

Caso a rentabilidade mínima não seja paga, a Mogno Capital Investimento comunicou que o MGHT11 terá a possibilidade de ir aumentando a sua fração do imóvel.

Desta forma, a equipe gestora estima que a aquisição gere um impacto de, aproximadamente, R$ R$ 0,45 por cota, considerando após eventual captação dos recursos para aquisição completa nos 12 primeiros meses. 

TEPP11 informa resultados e situação de seus imóveis

O Tellus Properties FII (TEPP11), representado por sua gestora Tellus Investimentos, comunicou nesta última quinta-feira (7) os resultados do fundo. Somado a isso, a gestão apresentou o desempenho de seus investimentos com uma análise da conjuntura econômica.

A Tellus Investimentos pontuou que o fundo é um "focado no mercado de lajes corporativas que tem uma gestão ativa em linha com o DNA da TELLUS". 

Diante disso, o fundo fechou o mês com uma distribuição de R$ 0,45/cota, com um dividend yield de 6,4% a.a., equivalente a 285% do CDI líquido. Observe abaixo:

TEPP11

O portfólio do fundo

Neste caso, o Ed. Passarelli, localizado na região de Pinheiros, onde o Fundo é detentor de 52% do ativo, com 41 conjuntos. O valor do condomínio e IPTU totaliza R$ 24/m². O ativo finalizou o mês passado com 10 locatários e uma vacância de 24%. 

O Ed. Torre Sul, localizado na Berrini, corresponde a 17 conjuntos mais 62% das lojas e do teatro. Atualmente são 7 inquilinos e com um custo de condomínio e iptu de R$27,5/m². A vacância do ativo segue em 38% 

No Cond. São Luiz, na região da JK, temos hoje 14 lajes, equivalente a 24% do condomínio. O São Luiz tem hoje um custo de condomínio e iptu de R$27/m², vacância de 7% e um total de 7 locatários.

No Ed. Timbaúba o TEPP11 possui 32% do edifício, que são quatro andares de propriedade que encontram-se locados para um único inquilino. 

No fim do mês assinamos uma proposta referente a uma possível aquisição de 7 lajes do Ed. Fujitsu, localizado a 400 metros do Shopping Pátio Paulista e 100% ocupado, no valor de R$ 50 milhões. 

Se concretizada a aquisição, o TEPP11 terá mais de 50% do edifício, e será assinado um contrato de locação atípico de 5 anos, com valor total mensal de R$ 340 mil, equivalente a um cap bruto de 8,16%, sem considerar alavancagem. 

Sobre a vacância do seu portfólio, o gráfico abaixo traz maiores detalhes:

TEPP11

VCJR11 investe recursos de emissão de cotas 

O Vectis Juros Real (VCJR11), representado por sua gestora Vectis Gestão, informou nesta última quinta-feira (6) os resultados do fundo no mês de abril. Somado a isso, a gestão detalhou sobre os recursos de sua 2ª emissão de cotas

A Vectis Gestão informou que a distribuição do fundo referente ao “mês de abril será de R$ 0,75 por cota (considerando as cotas emitidas na 1ª e 2ª emissões) e será paga em 13 de maio”. 

Na visão da Vectis Gestão, a rentabilidade adquirida é fruto de uma “carteira de ativos imobiliários saudáveis, sem inadimplência e sem eventos adversos em suas operações e suas garantias”.

A equipe gestora também informou sobre os recursos originados da 2ª emissão de cotas, encerrada em março. Os valores arrecadados estão “sendo alocados em operações imobiliárias selecionadas pelo time de gestão da Vectis”, informou a gestora. 

Uma grande parte dos recursos foi investida no mês de abril, sendo que o VCJR11 ainda tem cinco operações em fase de estruturação, com previsão de de fechamento no mês de maio.