O‌ ‌‌IFIX‌‌ fechou ‌a‌ ‌última‌ sexta-feira‌ ‌(6)‌ ‌em baixa de -0,08%,‌ terminando ‌o‌ ‌dia‌ ‌em 2.778,56 pontos.‌ ‌No‌ ‌acumulado‌ ‌do‌ ‌mês‌ ‌de‌ agosto ‌e‌ ‌do‌ ‌ano‌ ‌de‌ ‌2021,‌ ‌a‌ ‌variação‌ ‌do‌ ‌índice‌ ‌é‌ ‌de‌ -1,61%‌ ‌e‌ -3,19%,‌ ‌respectivamente.‌ ‌

Confira as principais notícias do mercado de FIIs:

RECR11‌ divulga ‌resultados‌ ‌e‌ informa ‌alocação‌ ‌de‌ ‌ativos‌ ‌

A‌ ‌gestora‌ ‌do‌ ‌‌FII‌ ‌REC‌ ‌Recebíveis‌ ‌Imobiliários‌ ‌(RECR11)‌,‌ ‌detalhou‌ ‌em‌ ‌‌relatório‌ ‌gerencial‌ divulgado‌ ‌na‌ ‌última‌ ‌sexta-feira‌ ‌(6),‌ ‌os‌ ‌resultados‌ ‌do‌ ‌fundo‌ ‌referente‌ ‌ao‌ ‌mês‌ ‌de‌ ‌julho.‌ Também,‌ ‌a‌ ‌‌Real‌ ‌Estate‌ ‌Capital‌ apresentou suas recentes aquisições para o portfólio do fundo.‌ ‌ 

A gestão foi desde seu início no mercado para mostrar os resultados do fundo. De acordo com a Real Estate Capital, o RECR11 “distribuiu entre dezembro de 2017 (primeiro mês após o encerramento de sua oferta inicial) e julho de 2021 um montante acumulado de 50,9%(versus um CDI acumulado de 18,3%)”. 

Já no no mês julho, o fundo distribuirá o montante de R$ 21.317.134 que equivale, por cota, a R$ 1,10. O fundo encerrou o mês com 86% de seus recursos alocados em CRIs, distribuídos em 74 operações. Veja na tabela abaixo:

RECR11

Aquisições durante o mês de julho

Na lista abaixo, a gestora descreveu todas as operações de CRIs do mês, confira: 

  • CRI SG Aquiraz: O CRI foi emitido pela RB Sec e o volume total adquirido corresponde a R$ 23.042.483. A taxa de aquisição do CRI corresponde a IPCA + 9,50% ao ano. 
  • CRI Conx: O CRI foi emitido pela Virgo e o volume adquirido corresponde a R$ 31.200.000. A taxa de aquisição do CRI corresponde IPCA + 6,35% ao ano. 
  • CRI Sênior CrediHome 2: o Fundo adquiriu novas cotas do “CRI Sênior CrediHome 2”, emitido pela RB Sec. O volume adquirido corresponde a R$ 2.497.048. A taxa de aquisição do CRI corresponde a IPCA + 6,00% ao ano. 
  • CRI Mezanino CrediHome 2: o Fundo adquiriu novas cotas do “CRI Mezanino CrediHome 2”, emitido pela RB Sec. O volume adquirido corresponde a R$ 312.697. A taxa de aquisição do CRI corresponde a IPCA + 13,00% ao ano,
  • CRI Cipasa: o Fundo adquiriu novas cotas do “CRI Cipasa”, emitido pela Virgo. O volume adquirido corresponde a R$ 22.110.944. A taxa de aquisição do CRI corresponde a IPCA + 8,00% ao ano. 
  • CRI Olimpo: o Fundo adquiriu novas cotas seniores do “CRI Olimpo”, emitido pela Província Securitizadora. O volume adquirido corresponde a R$ 5.006.647. A taxa de aquisição do CRI corresponde a IPCA + 7,50% ao ano. 

Da mesma forma, a gestora divulgou sobre a sua única operação no mercado de FIIs, confira, com a compra de cotas do SNCI11, gerido pela Suno Asset. Na verdade, o RECR11 entrou na 1ª Oferta Pública de Cotas (IPO) fundo citado, investindo R$9 milhões. 

O RECR11 também fez operações de vendas, com a liquidação antecipada do CRI Pulverizado 201, emitido pela Brazilian Securities, recebendo o montante equivalente a R$ 17.588,50.

Desta forma, o RECR11 possuía até o fim de julho o equivalente a 86% dos seus ativos investidos em CRIs. Abaixo, confira os principais indexadores dos ativos do fundo:

RECR11

O FII REC Recebíveis Imobiliários é um fundo imobiliário do tipo papel com foco na gestão ativa de ativos de renda fixa com preponderância em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). 

XPLG11 informa resultados e explica aumento de vacância

A XP Asset Management, gestora do XP Log FII (XPLG11), comunicou nesta sexta-feira (6) aos seus investidores, os resultados do fundo referentes a julho. Também, a gestão informou sobre a locação de áreas que estavam vagas nos seus imóveis.  

Referente ao mês de julho, o fundo informou que sua distribuição será R$ 0,62 por cota, que corresponde ao dividend yield anualizado de 6,8% em relação ao valor de mercado da cota no fechamento do mês (R$ 109,75/cota). “Este mês, em termos de resultado caixa, não houve inadimplência e o Fundo recebeu integralmente sua receita recorrente”, avisou a gestora. Confira abaixo:

XPLG11

Em relação às movimentações de locatários ocorridas desde o último relatório, a gestão dá destaque as duas últimas locações do fundo, confira: 

  • Locação de 11.490,00 m², com início em 01/07/21, para a Madeira Madeira, no Cone Multimodal, empreendimento de titularidade do NE Logistic FII (veículo cujas cotas são 100% do XP Log); 
  • Alguel de 6.087,69 m², com início em 12/07/21, para o Grupo Ecoa, no Syslog RJ (vide página 9). 

Estas locações, considerando a disponibilidade de áreas indicada no último relatório, reduziriam a taxa de vacância física do Fundo para 3,95%. 

Porém, a saída de locatário do ativo Especulativo Cajamar neste mês de julho contribuiu para que a taxa de vacância física fechasse o mês em 9,9%. A vacância financeira, por sua vez, é de 1,83%. Confira nos gráficos abaixo:

XPLG11

Por fim, a Gestora, em conjunto com players renomados de mercado, segue na prospecção de potenciais locatários para as áreas vagas. A gestão acrescentou que com a melhora do panorama sanitário em relação à covid-19, o setor de galpões tem assistido uma retomada, o que pode impactar positivamente o fundo. 

O XP Log FII é um fundo imobiliário do tipo tijolo com foco no mercado de galpões logísticos. Além disso, o XP Log FII possui investimentos em aplicações financeiras e em outros FIIs.  

XPPR11 demonstra rendimentos do mês e relata fatos sobre seus imóveis

A XP Vista Asset, gestora do XP Properties FII (XPPR11), comunicou nesta sexta-feira (5) aos seus cotistas, a performance do fundo no mês de julho. No Relatório Gerencial, a gestora detalhou os ganhos e demonstrou o montante a ser distribuído aos cotistas. Também, o fundo divulgou os principais fatos relacionados à movimentação dos seus ativos. 

Referente ao mês de julho, a distribuição será de R$ 0,55 por cota, que corresponde ao dividend yield anualizado de 9,3% em relação ao valor da cota de mercado no fechamento do mês (R$ 71,01/cota). A XP Vista Asset avisou que os rendimentos declarados serão pagos no dia 13 deste mês. Confira os detalhes dos resultados na tabela abaixo:

No mercado secundário, a cota negociada do XPPR11 teve um volume de negociação de R$ 26,1 milhões no mês, com média diária de R$ 1,2 milhão. Diante disso, a gestão informou que houve queda de 40% em relação à média diária do mês anterior. 

Movimentação de locatários

Desta forma, a gestão selecionou os principais fatos relacionados ao fundo e divulgou para seus investidores: 

  • Nova locação do 10º andar do Edifício Itower, com prazo de vigência de 60 meses a partir do dia 1º de agosto, para a Telefônica Cloud e Tecnologia do Brasil S.A;
  • Fechamento de contrato locação do Edifício FL Praza com prazo de vigência de 120 meses a partir de do dia 1º de agosto. 
  • Redução de 867 m² da ABL locada pela DHL, a qual saiu de 1.734 m² para 867 m², com renovação contratual por mais 36 meses. 

Na avaliação da gestão, a taxa de vacância do fundo segue alta, em 46%. Confira no gráfico abaixo:

XPPR11

O que explica a ausência de inquilinos em determinadas áreas dos ativos do XPPR11 é o impacto direto “da pandemia e dos regimes de flexibilização da jornada presencial de trabalho”, pontuou a gestão.

Porém, a XP Vista Asset reforçou que tem crescido o número de consultas por espaços vagos e de visitas nos imóveis do portfólio. 

Como complemento, a gestão observou que há um certo reaquecimento da região de Alphaville, “o que pode vir a beneficiar o fundo, na medida em que seus dois imóveis situados na região possuem especificações técnicas de alto padrão e, portanto, são competidores relevantes deste mercado”, disse a gestora. 

O XP Properties FII é um fundo imobiliário do tipo tijolo. Seu foco é rentabilizar pela aquisição e exploração comercial de lajes corporativas, educação e hospitais.