O‌ ‌‌IFIX‌‌ fechou ‌a‌ ‌última‌ sexta-feira‌ ‌(10)‌ ‌em queda de 0,18%,‌ terminando ‌o‌ ‌dia‌ ‌em 2.673,94 pontos.‌ ‌No‌ ‌acumulado‌ ‌do‌ ‌mês‌ ‌de‌ dezembro ‌e‌ ‌do‌ ‌ano‌ ‌de‌ ‌2021,‌ ‌a‌ ‌variação‌ ‌do‌ ‌índice‌ ‌é‌ ‌de‌ 3,7%‌ ‌e‌ -6,83%,‌ ‌respectivamente.‌  

Confira as principais notícias do mercado de FIIs:

BRCO11 informa resultados e comenta reforma de seus imóveis

A Bresco Gestão, gestora do Bresco Logística FII (BRCO11) informou nesta sexta-feira (10) aos seus cotistas, os detalhes sobre as reformas de determinados imóveis do fundo. Além disso, a gestora do fundo divulgou resultados.

Referente ao mês de novembro, o fundo produziu de resultado o equivalente a R$0,60 por cota. O dividend yield anualizado corresponde a 8,4%. Confira abaixo: 

BRCO11

O portfólio do fundo encontra-se com uma receita anual estabilizada de mais de R$141 milhões, sendo 36% provenientes de propriedades localizadas na cidade de São Paulo. A gestão destaca que seus ativos possuem 0% de vacância física. 

Os contratos de locação possuem prazo médio remanescente de 4,7 anos e 47% são atípicos. Confira abaixo mais informações sobre o fundo:

BRCO11

Aproximadamente 93% dos inquilinos são classificados como grau de investimento (escala global), AAA (br) ou AA (br) pelas agências de rating e as especificações técnicas de 10 das 11 propriedades são de classificação A+.

Reformas de galpões 

O fundo deu início às obras de benfeitorias no imóvel Whirlpool São Paulo em janeiro de 2021, com nova previsão de entrega para maio de 2022. 

As obras executadas pela Athié | Wohnrath demandam um investimento de, aproximadamente, R$ 43 milhões. A gestão disse que serão utilizados os recursos disponíveis no fundo.

Porém, caso haja necessidade, o BRCO11 poderá realizar uma cessão de recebíveis, nos termos do Regulamento vigente, que poderá ser lastro para uma emissão de Certificado de Recebíveis Imobiliários (“CRI”). 

Além disso, o valor do aluguel das benfeitorias representará, aproximadamente, R$ 0,03 por cota do BRCO11 ao mês. 

O fundo finalizou em agosto as benfeitorias no imóvel de Resende, com o objetivo de conservar a manutenção do imóvel e alterar a comunicação visual do empreendimento, por meio da: 

  •  Pintura da fachada
  • Execução de platibanda 
  • Reparos pontuais 

A previsão de entrega do imóvel reforçado é para dezembro deste ano. 

Outro que passa por reformas é o imóvel de Canoas, com o foco na instalação de divisórias de inquilinos, implantação de sistema termo-acústico e de ventilação na cobertura.

A gestão reforçou que as benfeitorias de ambos os imóveis serão suportadas com recursos disponíveis em caixa e não devem afetar a distribuição de rendimentos do Fundo.

O Bresco Logística FII é um fundo imobiliário do tipo híbrido do segmento logístico. Seus investimentos são ligados à compra e venda de galpões logísticos. Na verdade, o Bresco Logística possui ao todo 11 propriedades.

HGRU11 informa compra de 11 imóveis em 6 estados do país

A Credit Suisse, gestora do CSHG Renda Urbana FII (HGRU11), comunicou nesta sexta-feira (10) aos seus investidores, que o fundo pactuou novas condições financeiras para aquisição de 11 ativos imobiliários destinados à atividade de varejo.

Os imóveis objeto do compromisso de compra estão localizados nas cidades de:

  • Contagem-MG
  • Uberlândia-MG
  • Uberaba-MG
  • Juiz de Fora-MG
  • Belo Horizonte-MG
  • São Carlos-SP
  • Serra-ES
  • Londrina-PR 
  • Foz do Iguaçu-PR
  • Natal-RN
  • João Pessoa-PB. 

Entre as novas condições pactuadas no Aditamento ao CVC, está prevista a realização de uma operação de securitização pelo vendedor, por meio da emissão de CRI. 

O preço total de aquisição dos imóveis passou a ser R$ 222.874.099,14. 

A partir da data de 9 de dezembro de 2021, o HGRU11 receberá a receita de locação dos 11 ativos, no valor mensal de R$ 1.413.161,85, o equivalente a R$ 0,07 (sete centavos) por cota.

O CSHG Renda Urbana FII é um fundo imobiliário do tipo tijolo com objetivo de explorar empreendimentos imobiliários urbanos de uso institucional e comercial.

PORD11 mostra resultados e explica operações do mês

A gestão do fundo Polo Recebíveis Imobiliários (PORD11), detalhou em seu Relatório Gerencial divulgado na última sexta-feira (10), os resultados do fundo no mês de novembro. A Polo Capital Gestão de Recursos apresentou a movimentação na carteira do fundo e comentou sobre pré-pagamentos. 

Referente a novembro, o fundo distribuiu R$ 1,11 por cota, sendo que em 12 meses a distribuição cumulativa atingiu R$ 11,16 por cota. Confira abaixo:

PORD11

Em relação às operações do mês, o PORD11 adquiriu posição adicional no CRI Coteminas com prêmio de (IPCA+8%), via transação no mercado secundário. 

Sobre pré-pagamentos e novas operações

A gestão destacou que a operação conta com garantia de AF de imóveis, cessão de fluxo de aluguéis e aval. Além disso, o fundo recebeu o pré-pagamento do CRI Tellus (IPCA+6,45%). 

Desta forma, a gestão explicou os aspectos positivos e negativos dos pré-pagamentos. A parte boa é que o credor recebe um pênalti de pré-pagamento, e a parte ruim é que o capital tem que ser reinvestido fora do planejamento ordinário do gestor. 

Porém, a gestão ressalta que alguma incidência de pré-pagamento é natural em um bom portfólio de crédito, indicando que as operações em carteira extraem um bom retorno-risco. 

Da mesma forma, a gestora disse que o pré-pagamento indica que a análise de crédito e a estruturação foram vencedoras na concepção da operação, bem como a taxa firmada. 

O caixa disponível será investido em dezembro nas seguintes operações já contratadas e que serão descritas no próximo relatório: 

  • CRI Corporativo CDI+5,25%, 
  • CRI Corporativo CDI+6%. 

Ao final deste movimento, o fundo terá aumentado em até 5% a fatia do patrimônio líquido investido em CRIs atrelados ao CDI, em comparação à exposição do final de outubro. Confira abaixo os indexadores dos ativos e suas taxas médias:

PORD11

A gestão segue de perto e monitora novas oportunidades de compra de CRIs no secundário. 

O PORD11 é um fundo imobiliário do tipo papel. O objetivo do fundo é investir em uma carteira de recebíveis imobiliários (CRIs) de risco relativamente baixo.