‌‌‌O‌‌‌ ‌‌‌‌‌‌IFIX‌‌‌‌‌‌ ‌‌fechou‌‌ ‌‌‌a‌‌‌ ‌‌‌última‌‌‌ sexta-feira‌‌‌ ‌‌‌(18)‌‌‌ ‌‌‌em‌‌ alta ‌‌de‌‌ 0,39%,‌‌‌ ‌‌terminando‌‌ ‌‌‌o‌‌‌ ‌‌‌dia‌‌‌ ‌‌‌em‌‌ ‌‌2.719 ‌pontos.‌‌‌ ‌‌‌No‌‌‌ ‌‌‌acumulado‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌mês‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ março ‌‌‌e‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌ano‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ ‌‌‌2022,‌‌‌ ‌‌‌a‌‌‌ ‌‌‌variação‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌índice‌‌‌ ‌‌‌é‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ ‌‌-0,80%‌‌‌ ‌‌‌e‌‌‌ ‌‌-3,05%‌‌,‌‌‌ ‌‌‌respectivamente.‌‌‌ ‌ ‌

‌‌‌Confira‌‌ ‌‌as‌‌ ‌‌principais‌‌ ‌‌notícias‌‌ ‌‌do‌‌ ‌‌mercado‌‌ ‌‌de‌‌ ‌‌FIIs:‌‌

ALZR11 aumenta dividendos e divulga reajuste nos aluguéis de ativos

A gestão do Alianza Trust Renda Imobiliária FII (ALZR11), informou em relatório gerencial divulgado na última sexta-feira (18), os resultados e rendimentos referentes ao mês de fevereiro. Além disso, a gestora comentou sobre aumento de dividendos e reajuste de aluguéis de seus imóveis.

Em relação aos rendimentos do fundo, o ALZR11 distribuirá o valor de R$ 0,7634 por cota. O fundo fechou o período com caixa de R$ 58,0 milhões, representando cerca de 9,0% de seu patrimônio líquido. Confira:

ALZR11 fiis

A gestora disse que se for considerado o caixa do Alianza Digital Realty FII, cuja integralidade das cotas é detida pelo ALZR11, o fundo encerrou o mês com disponibilidades imediatas totais de R$ 58,7 milhões. 

Na visão da equipe gestora, o volume de caixa neste patamar divulgado é considerado saudável para uma eficaz e segura gestão do fundo. 

Reajuste de aluguéis

A partir de fevereiro, a gestora informou que o fundo passou a receber o aluguel do imóvel Clariant corrigido pelo IPCA acumulado dos últimos 12 meses, na razão de +10,4%. Assim, até o presente momento, 7 dos 15 imóveis do ALZR11 já tiveram seus aluguéis corrigidos pelo repasse inflacionário, o que representa cerca de 56% das receitas do mês. 

Além desses, também serão corrigidos os aluguéis dos imóveis Atento, Aptiv e Sky (via Alianza Digital Realty FII), representando, juntos, cerca de 20% do portfólio do fundo. O restante – Bauducco, BRF (2 imóveis), Coca-Cola FEMSA e IPG – terá reajuste no segundo semestre, disse a gestora. 

A gestora comentou que, a partir da aquisição do imóvel Coca-Cola FEMSA e estabilização dos rendimentos recebidos pelo ALZR11,as estratégias traçadas ao longo dos últimos anos alcançaram um estágio bastante positivo para os cotistas. Confira abaixo:

ALZR11 fiis

Obrigações futuras

Em relação à compra do imóvel Decathlon, o fundo possui obrigação de pagamento de mais duas parcelas, sendo a próxima devida em dezembro (10), no valor de R$ 10,35 milhões, sendo a última parcela para dezembro de 2023, no valor de R$ 24,15 milhões.

Além disso, o ALZR11 possui obrigações com pagamentos de CRIs, em relação à aquisição dos ativos DASA, do edifício Clariant e do centro de distribuição logístico da Coca-Cola FEMSA. Essa amortização será paga no valor de R$ 16,3 milhões, e no valor de R$ 22,1 milhões em 2024. 

O Alianza Trust Renda Imobiliária FII é um fundo imobiliário do tipo tijolo (híbrido) que possui diferentes categorias de investimentos no setor imobiliário. Sua prioridade é investir em propriedades para renda via contratos de locação atípicos (Built-To-Suit e Sale&Leaseback).

CVBI11 informa resultados e rendimentos do mês

O Fundo de Investimento Imobiliário VBI CRI (CVBI11), administrado pela BRL Trust DTVM  S.A., divulgou nesta sexta-feira (18) o seu relatório gerencial do mês de fevereiro, em que descreveu seu resultado e rendimento mensal.

Com base no resultado de fevereiro, foi anunciada a distribuição de dividendos no valor de R$ 1,12/cota, que foram pagos no dia 16 de março. Esse valor representa um dividend yield de 13,4% a.a. sobre o PL do fundo. Veja abaixo:

CVBI11

Como complemento, o CVBI11 fechou fevereiro com uma reserva acumulada de R$ 0,20 por cota. 

Deste modo, a gestora disse que o fundo fechou o mês de fevereiro com R$ 993,8 milhão alocados em CRI e FII, representando 94,4% do PL alocado. Além disso, o CVBI11 recebeu a quitação do CRI JCA. 

Até o fim do mês, o fundo está com 83,6% do seu patrimônio líquido alocado em CRI com uma rentabilidade média ponderada de 13,9% a.a., prazo médio de 4,5 anos e spread médio de 2,2% a.a. 

No mês, todos os CRI da carteira pagaram conforme seus respectivos cronogramas de amortização e o fundo não conta com qualquer histórico de inadimplência. Adicionalmente, o Fundo possui 6 fundos imobiliários resultando em uma exposição de 10,8% do PL em FII.

O objetivo do fundo CVBI11 é alcançar renda e ganho de capital, através do investimento de, no mínimo, dois terços do seu patrimônio líquido de forma direta em ativos de renda fixa de natureza imobiliária.

SNFF11‌ mostra resultados e explica aumento de reserva 

A‌ ‌‌Suno‌ ‌Asset‌,‌ ‌gestora‌ ‌do‌ ‌‌Suno‌ ‌Fundo‌ ‌de‌ ‌Fundos‌ ‌(SNFF11)‌,‌ ‌informou‌ ‌nesta‌ ‌última‌ ‌sexta-feira‌ ‌(18)‌ ‌os‌ ‌resultados‌ ‌e‌ ‌rendimento‌s ‌referentes‌ ‌ao‌ ‌mês‌ ‌de‌ fevereiro.‌ Também,‌ ‌a‌ ‌gestão‌ divulgou as operações realizadas e comentou sobre reserva. 

Referente ao mês de fevereiro, o resultado foi de R$0,81 por cota. Porém, o fundo distribuirá R$0,65, retendo R$0,40 para distribuições futuras. O resultado do mês foi o maior desde o IPO do fundo. 

A gestora explicou que optou manter parte importante dos resultados em reserva. O objetivo disso é justamente a manutenção da distribuição frente às despesas pontuais com estratégias de arbitragem, além da possibilidade de aumentar o patamar dos resultados distribuídos ao longo dos próximos meses. Confira abaixo:

SNFF11

Investimentos e vendas de ativos

Deste modo, a gestora explicou o aumento da receita do fundo, influenciada pelo lucro referente à arbitragem realizada com o FII URPR11.O resultado dessa operação foi de R$0,10 por cota. 

Por outro lado, os rendimentos recorrentes do fundo sofreram uma queda de R0,76 para 0,71. A gestora explicou que isso seu deu pelos giros realizados na carteira para captura de ganho de capital, focando na viabilização de resultados para os próximos meses. 

No que se refere às alocações de ativos, o fundo investiu R$ 12 milhões no VRTA11, R$6,1 milhões no SNCI11 e R$800 mil no XPML11. Os dois primeiros fundos, as alocações foram por meio de emissão de cotas.

Já em relação aos desinvestimentos, o fundo vendeu cotas do CRI11, RECR11, MCHF11 e SNCI11. Confira no gráfico abaixo: 

SNFF11

O Suno Fundo de Fundos tem como objetivo investir em cotas de outros fundos de investimento imobiliário e, complementarmente, em ativos ligados ao setor, podendo ser  em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs); letras hipotecárias (LH), letras de crédito imobiliário (LCI) e outros ativos de renda fixa.