LVBI11, PSEC11 e GARE11 são destaques do Bom Dia FIIs (27/3)
Os fundos LVBI11, PSEC11 e GARE11 e o FII Experience, evento realizado em São Paulo, são os destaques do Bom Dia FIIs desta sexta-feira (27). Na quinta-feira (26), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.856,65 pontos, com recuo de 3,54 pontos, o equivalente a -0,09% em relação ao fechamento anterior.
Durante a sessão, o IFIX oscilou entre a mínima de 3.855,02 pontos e a máxima de 3.863,85 pontos. A abertura foi registrada em 3.860,19 pontos, mesmo valor do fechamento anterior.
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Fundo imobiliário LVBI11 zera vacância e eleva resultado em fevereiro; veja valores
PSEC11: fundo imobiliário paga dividendos de 12,3% ao ano e lucra R$ 10,8 milhões; veja detalhes
GARE11: lojas do Pão de Açúcar atraem incorporadoras e podem gerar ganho extra para cotistas
Gestão ganha protagonismo e redefine análise de FIIs híbridos, diz sócio da TRX
Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:
Fundo imobiliário LVBI11 zera vacância e eleva resultado em fevereiro; veja valores
O fundo imobiliário LVBI11 encerrou fevereiro com resultado de R$ 12,741 milhões, desempenho ligeiramente superior ao registrado em janeiro, quando o fundo havia apurado R$ 11,958 milhões.
No mês, as receitas do fundo imobiliário LVBI11 totalizaram R$ 14,823 milhões, enquanto as despesas operacionais ficaram em R$ 1,94 milhão. A melhora do desempenho mensal veio acompanhada de um efeito positivo na receita decorrente do fim do período de carência concedido à Interbrand Foods, locatária do ativo de Mauá.
O dividendo anunciado foi de R$ 0,75 por cota, com pagamento realizado em 6 de março de 2026, e a expectativa é de manutenção desse patamar de dividendos do LVBI11 ao longo de todo o primeiro semestre.
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PSEC11: fundo imobiliário paga dividendos de 12,3% ao ano e lucra R$ 10,8 milhões; veja detalhes
O fundo imobiliário PSEC11 encerrou fevereiro com resultado de R$ 10,835 milhões, em um patamar inferior ao registrado no mês anterior, quando havia somado R$ 13,904 milhões.
No período, as receitas do FII PSEC11 alcançaram R$ 21,452 milhões, enquanto as despesas ficaram em R$ 951,5 mil. O fundo manteve inalterada sua distribuição de rendimentos. Foram anunciados R$ 0,65 por cota, repetindo o mesmo valor pago nos quatro meses anteriores.
O valor atual representa um dividend yield (DY) mensal de 12,3% ao ano, considerando a cotação de fechamento do mês.
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GARE11: lojas do Pão de Açúcar atraem incorporadoras e podem gerar ganho extra para cotistas
As lojas do Pão de Açúcar que compõem o portfólio do GARE11 estão recebendo propostas de incorporadoras interessadas em desenvolver projetos residenciais e comerciais nos terrenos. A informação foi revelada por Gustavo Asdourian, gestor do Guardian Real Estate, nesta quinta-feira no FIIs Experience, evento da Suno em São Paulo.
Segundo o gestor, imóveis em endereços como Avenida Angélica e Abílio Soares, na capital paulista, já são alvo de conversas com incorporadoras. Dependendo da evolução dessas negociações, o fundo pode capturar um ganho expressivo além da renda dos aluguéis, o que ele classifica como uma boa surpresa para os cotistas do GARE11 nos próximos anos.
O anúncio ocorre em meio à recuperação extrajudicial do Grupo Pão de Açúcar, mas Asdourian minimiza os riscos. A estratégia, segundo o gestor, foi montada com cautela desde o início. Quando o fundo decidiu comprar lojas do Pão de Açúcar, a companhia já não vivia seu melhor momento, e isso era um fator conhecido. “Escolhemos os melhores pontos justamente para que, caso houvesse algum problema, estivéssemos em posição segura”, explicou.
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Gestão ganha protagonismo e redefine análise de FIIs híbridos, diz sócio da TRX
O crescimento acelerado do mercado de fundos imobiliários no Brasil tem mudado a forma como investidores e analistas devem avaliar os ativos, especialmente no caso dos fundos híbridos. A avaliação foi feita por Luiz Augusto, sócio fundador da TRX, durante painel no FIIs Experience.
Segundo ele, o volume atual de fundos imobiliários disponíveis torna inviável uma análise aprofundada de todos os portfólios, exigindo uma mudança de abordagem por parte do mercado. “Não vai mais existir espaço para esse nível de profundidade com a quantidade de fundos que temos hoje”, afirmou.
Luiz Augusto destacou a diferença entre o Brasil e mercados mais maduros, como os Estados Unidos. Enquanto lá existem cerca de 40 a 50 REITs relevantes, por aqui o número de FIIs gira em torno de centenas. Na prática, isso aumenta significativamente a complexidade para o investidor. “Hoje, o jogo não é mais analisar imóvel por imóvel. É analisar a capacidade de gestão”, disse.
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