Dividendos do VINO11: veja quanto o FII vai distribuir em maio
O fundo imobiliário VINO11 comunicou a distribuição de dividendos de R$ 0,04 por cota, valor que se mantém estável desde o pagamento efetuado em março.
Para garantir o recebimento deste dividendo do VINO11, a data-base (data de corte) foi definida como 30 de abril de 2026, beneficiando os investidores posicionados até o fechamento deste pregão.
O pagamento dos rendimentos do VINO11 aos cotistas está programado para o dia 15 de maio de 2026.
Com base na cotação de fechamento de abril, que foi de R$ 5,11, o dividendo de R$ 0,04 representa um Dividend Yield mensal aproximado de 0,78%.
Resultado e eventos recentes do VINO11
Em março de 2026, o fundo imobiliário VINO11 registrou resultado de R$ 3,69 milhões, equivalente a R$ 0,045 por cota.
O desempenho foi levemente impactado pelo reconhecimento da segunda parcela relacionada à rescisão da Vitacon no imóvel Haddock Lobo. A receita imobiliária no mês somou R$ 6,653 milhões, enquanto o resultado financeiro foi de R$ -2,506 milhões.
Ainda em março, o fundo recebeu R$ 162 mil decorrentes da desocupação da Vitacon no Haddock Lobo, caracterizados como resultado não recorrente.
Como evento subsequente, em 6 de abril de 2026, o fundo recebeu a terceira e última parcela referente à venda de 49% do imóvel BM 336, no Leblon (RJ), operação realizada originalmente em abril de 2024.
Após a distribuição dos rendimentos, o FII VINO11 encerrou março com reserva de resultado não distribuído de R$ 586 mil, equivalente a R$ 0,007 por cota.
Estimativa de rendimentos
As projeções divulgadas pela gestão desconsideram efeitos não recorrentes, como vendas de ativos ou eventos extraordinários.
A última estimativa é que o rendimento mensal distribuído até junho de 2026 fique entre R$ 0,038 e R$ 0,045 por cota, refletindo apenas a expectativa operacional recorrente.
O portfólio é composto por participação em 9 imóveis, totalizando mais de 75 mil m² de ABL própria.
O prazo médio remanescente dos contratos (WAULT) do VINO11 é de 7,1 anos, sendo que 68% da receita de aluguel está vinculada a contratos com vencimento após 2030, enquanto 32% vencem até 2029.