BTHF11 divulga lucro de quase R$ 19 milhões e retorno chega a 31% em 1 ano; veja detalhes

BTHF11 divulga lucro de quase R$ 19 milhões e retorno chega a 31% em 1 ano; veja detalhes
BTHF11 divulga lucro de quase R$ 19 milhões e retorno chega a 31% em 1 ano. Fonte: Unsplash

O fundo imobiliário BTHF11 encerrou fevereiro com um resultado de R$ 18,925 milhões, com uma leve retração em relação aos R$ 20,088 milhões registrados no mês anterior. 

O desempenho foi sustentado por receitas de R$ 20,651 milhões, enquanto as despesas do BTHF11 totalizaram R$ 1,726 milhão no período.

Mesmo com a redução no lucro mensal, a gestão optou por manter a distribuição de rendimentos em R$ 0,101 por cota, alinhada ao guidance estabelecido para o semestre, que prevê pagamentos entre R$ 0,100 e R$ 0,105 por cota. 

No acumulado de 12 meses, o fundo imobiliário BTHF11 apresentou retorno total de 31%, superando os 26% registrados pelo IFIX no mesmo intervalo.

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A estratégia operacional ao longo de fevereiro foi marcada por forte atuação no mercado secundário de FIIs. No período, foram realizadas operações que somaram mais de R$ 187 milhões, gerando R$ 93 milhões em caixa e um resultado superior a R$ 3 milhões. 

Entre os destaques está a operação de venda short de XPML11, na ordem de R$ 60 milhões, estruturada com foco em recomposição via follow-on, aproveitando tanto o carrego positivo quanto a arbitragem na recompra das cotas.

Carteira e estratégia do fundo imobiliário BTHF11

No fechamento do mês, a carteira do FII BTHF11 manteve perfil diversificado, com maior alocação em FIIs de tijolo, que representavam 34,1% do patrimônio. A posição em caixa correspondia a 21,8%, seguida por FIIs de papel, com 19,6%. 

Os investimentos em CRIs somavam 16,5%, enquanto ativos reais representavam 6,4% e a exposição em ações permanecia residual, em 1,6%.

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O portfólio de crédito imobiliário do fundo apresenta predominância de indexação ao IPCA, que responde por 53,5% dos CRIs. Os títulos atrelados ao CDI representam 44,2% da carteira, enquanto a exposição ao IGP-M é limitada a 2,3%.

O segmento de papel concentra a maior fatia da alocação do fundo BTHF11, com 27,1%, seguido por outros setores, que somam 23,7%. 

A exposição à hotelaria atinge 13,8%, enquanto logística e shopping centers representam 11,1% e 8,9%, respectivamente. Os segmentos corporativo e residencial possuem menor participação, com 7,9% e 7,5%.

Já em relação ao prazo dos CRIs, a carteira do BTHF11 apresenta duration média ponderada de 3,15 anos. A maior concentração está em ativos com vencimento entre 2 e 4 anos, que representam 37,3% do total.  

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