KFOF11 lucra R$ 5,2 mi e revela dividendos projetados para 2026
O fundo imobiliário KFOF11 encerrou janeiro com lucro de R$ 5,245 milhões, ligeiramente abaixo do observado em dezembro, quando o resultado havia alcançado R$ 5,493 milhões.

A principal fonte de receitas do KFOF11 continuou sendo a carteira de fundos imobiliários, que respondeu por R$ 4,801 milhões no mês.
O KFOF11 também obteve R$ 705,8 mil em receitas financeiras e R$ 412,7 mil provenientes de operações com CRIs.
Com base nesses ganhos, o montante destinado aos cotistas totalizou R$ 5,611 milhões, o que corresponde a um dividendo de R$ 0,80 por cota.
O fundo imobiliário KFOF11 também segue com uma reserva acumulada de resultados equivalente a R$ 0,70 por cota, que pode ser utilizada para suavizar a distribuição ao longo do tempo.
A gestão projeta manter os rendimentos em uma faixa entre R$ 0,75 e R$ 0,85 por cota durante o primeiro semestre de 2026, tendo como referência o patamar de R$ 0,80 por cota.
O valor da cota do KFOF11 avançou 1,73% em janeiro, movimento inferior à valorização de 2,27% registrada pelo IFIX no mesmo período. O valor patrimonial passou de R$ 93,32 por cota no fim de dezembro para R$ 94,13 ao final de janeiro.
Já a cota negociada no mercado secundário apresentou alta de 0,80% no mês, o que manteve o fundo sendo negociado com desconto de 7,58% em relação ao seu valor patrimonial.
Estratégia de investimentos e alocação
Durante o mês, a gestão do FII KFOF11 realizou ajustes no portfólio com foco na captura de oscilações de preços, realizando vendas em ativos dos segmentos de CRI e Logística.
A partir dessas movimentações, a participação de caixa foi elevada para 15% do patrimônio, enquanto o fundo segue avaliando novas oportunidades de alocação, priorizando ativos que ofereçam taxas internas de retorno atrativas diante do atual cenário macroeconômico.
Ao final de janeiro, 80,5% do patrimônio do fundo KFOF11 estava alocado em cotas de outros fundos imobiliários, enquanto o restante se distribuía entre caixa, CRIs e instrumentos de renda fixa, como LCI.
Ao final do mês, pouco mais da metade da carteira do KFOF11, equivalente a 52,1%, estava na estratégia imobiliária. A alocação tática, focada em oportunidades de curto e médio prazo, representava 32,9% do portfólio, enquanto o caixa correspondia a 15,0%.