IFIX cai 0,22% e fecha pregão aos 3.761,37 pontos

IFIX cai 0,22% e fecha pregão aos 3.761,37 pontos
Imagem gerada por IA

O IFIX encerrou o pregão desta terça-feira (8) aos 3.761,37 pontos, com queda de 0,22%, equivalente a um recuo de 8,34 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.769,71 pontos.

Durante o pregão, o índice de fundos imobiliários abriu aos 3.769,80 pontos, atingiu máxima de 3.775,55 pontos e mínima de 3.757,86 pontos. O fechamento ocorreu 3,51 pontos acima da mínima registrada na sessão.

O IFIX chegou a superar os 3.775 pontos durante a manhã e permaneceu acima dos 3.770 pontos durante parte do pregão. À tarde, passou a operar abaixo desse nível e terminou o dia aos 3.761,37 pontos.

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O sobe-e-desce dos FIIs

Entre as maiores altas do pregão, o HSLG11 (HSI Logística) ocupou a primeira posição, com valorização de 5,35%. O fundo avançou R$ 4,20 e encerrou as negociações cotado a R$ 84,00.

Na segunda posição, o VGRI11 (Valora Renda Imobiliária FII) subiu 3,22%, equivalente a R$ 0,17, e terminou o pregão cotado a R$ 5,45.

No campo negativo, o TRXF11 (FII TRX Real Estate) registrou a maior queda do dia, com recuo de 3,92%. A desvalorização correspondeu a R$ 2,94, com fechamento a R$ 72,00.

O AIEC11 (Autonomy Edifícios Corporativos) teve a segunda maior baixa, de 0,51%, equivalente a R$ 0,33, e encerrou a sessão cotado a R$ 63,51.

CPSH11 lidera negócios

Entre os FIIs mais negociados, o CPSH11 (Capitânia Shoppings FII) movimentou 3,91 milhões de cotas e caiu 0,52%; o MXRF11 (Maxi Renda FII) teve volume de 3,03 milhões de cotas negociadas e recuou 0,11%; e o GGRC11 (GGR Covepi Renda FII) movimentou 1,65 milhão de cotas e subiu 0,22%.

Outros destaques do pregão foram o SNEL11 (Suno Energias Limpas FII), que registrou 1,17 milhão de cotas negociadas e caiu 0,12%; e o GARE11 (Guardian Real Estate), que movimentou 974,64 mil cotas e avançou 0,72%.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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