IFIX encerra pregão da terça-feira estável, aos 3.924,64 pontos

IFIX encerra pregão da terça-feira estável, aos 3.924,64 pontos
IFIX fecha estável e encerra pregão aos 3.924,64 pontos (Foto: Pexels/Sergei Tokmakov)

O IFIX encerrou o pregão desta terça-feira (28), aos 3.924,64 pontos, com leve recuo de 0,29 ponto, o equivalente a -0,01% em relação ao fechamento anterior.

Durante a sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.919,94 pontos e a máxima de 3.928,14 pontos. A abertura ocorreu em 3.924,93 pontos, mesmo nível do fechamento anterior.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

Apesar da variação negativa marginal no dia, o IFIX permaneceu perto da máxima de 52 semanas. No acumulado desse período, o índice varia entre 3.381,80 pontos e 3.944,38 pontos.

MXRF11 lidera negócios

Entre os fundos imobiliários mais negociados do pregão, o destaque ficou com MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário), que avançou 0,30%. Na sequência apareceu GARE11 (Guardian Logística), com queda de 0,24%.

Também figuraram entre os mais negociados KNSC11 (Kinea Securities), que recuou 1,18%, CPTS11 (Capitania Securities II), com baixa de 0,25%, e GGRC11 (GGR Covepi Renda), que caiu 0,39%.

O sobe-e-desce dos FIIs

Entre as maiores altas do dia, o principal avanço foi de RZAT11 (Riza Atria Real Estate), que subiu 2,29% e encerrou o pregão cotado a R$ 97,03. Na segunda posição entre os ganhos, AIEC11 (Autonomy Edifícios Corporativos) avançou 2,24%, fechando a sessão a R$ 61,48.

No lado das perdas, HCTR11 (Hectare CE) registrou a maior queda do pregão, com recuo de 2,01%, negociado a R$ 19,05. Logo atrás, TGAR11 (TG Ativo Real) caiu 1,48%, terminando o dia cotado a R$ 68,33.

Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça.
foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

últimas notícias