IFIX fecha em alta de 0,16% e avança aos 3.876,65 pontos

IFIX fecha em alta de 0,16% e avança aos 3.876,65 pontos
IFIX fecha em alta de 0,16% e avança aos 3.876,65 pontos (Foto: Pixabay)

O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (1º) em 3.876,65 pontos, com alta de 6,08 pontos, equivalente a 0,16% em relação ao fechamento anterior. O índice manteve o movimento positivo ao longo da sessão e voltou a se aproximar de suas máximas recentes.

Durante o dia, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.870,57 pontos e a máxima de 3.878,65 pontos. A abertura foi registrada em 3.870,59 pontos, com o IFIX permanecendo majoritariamente em terreno positivo ao longo do pregão.

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O sobe-e-desce dos FIIs

Entre os destaques positivos do dia, o CLIN11 liderou os ganhos, com valorização de 2,41%, encerrando o pregão cotado a R$ 92,67. O fundo apresentou o melhor desempenho percentual entre os componentes do índice nesta sessão.

Na segunda posição entre as maiores altas, o PVBI11 avançou 2,04%, com fechamento a R$ 77,35, também figurando entre os principais destaques positivos do dia.

No lado das quedas, o ARRI11 registrou a maior desvalorização do pregão, com recuo de 5,88%, terminando o dia cotado a R$ 6,45, sendo o pior desempenho entre os FIIs na sessão.

Logo em seguida, o VGRI11 apresentou queda de 4,14%, com preço de fechamento em R$ 7,99, completando a lista dos dois fundos com maiores perdas no pregão desta quarta-feira.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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