RECT11: fundo imobiliário tem maior lucro em 4 meses e paga dividendos de 1,14% ao mês

RECT11: fundo imobiliário tem maior lucro em 4 meses e paga dividendos de 1,14% ao mês
RECT11: fundo imobiliário tem maior lucro em 4 meses e paga dividendos de 1,14% ao mês. Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário RECT11 registrou lucro líquido em regime de caixa de R$ 3,731 milhões em março de 2026, impulsionado por um resultado de propriedades que alcançou R$ 4,454 milhões. O desempenho representa o maior nível apurado pelo fundo nos últimos quatro meses.

Com base nesse resultado, o fundo RECT11 anunciou a distribuição de R$ 3.844.572 em dividendos aos cotistas, equivalente a R$ 0,45 por cota, com pagamento previsto para 15 de abril de 2026. 

Considerando a cotação de fechamento de março, de R$ 39,36, os rendimentos do RECT11 correspondem a um dividend yield mensal de 1,14%, ou 13,72% em base anualizada. 

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Após a tributação aplicável sobre rendimentos financeiros, a rentabilidade do período equivale a 122% do CDI líquido.

No acumulado dos últimos 12 meses, o RECT11 distribuiu R$ 4,92 por cota. Desde o início de suas operações, em maio de 2019, até março de 2026, o fundo entregou um retorno total de 44,66% sobre a cota de referência de R$ 100, abaixo do CDI líquido no mesmo intervalo, que somou 48,08%.

Estratégia atual do fundo imobiliário RECT11

Como parte da estratégia de gestão de passivos, o fundo imobiliário RECT11 vem executando a venda de ativos do portfólio com base em valores alinhados aos laudos de avaliação de dezembro de 2025. 

Nesse contexto, já foram concluídas quatro alienações, sendo elas: Parque Ana Costa, Canopus Corporate, Torre Rio Claro – Cidade Matarazzo e o imóvel localizado na Avenida Europa, nº 884.

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Ao mesmo tempo, a gestão do FII RECT11 segue em negociações com potenciais locatários, com foco na ocupação das áreas vagas e na melhoria da geração de receita dos ativos.

Ao final de março de 2026, o fundo apresentava um total de ativos de R$ 920,8 milhões. Desse montante, R$ 789,4 milhões estavam alocados em imóveis, enquanto R$ 2,77 milhões estavam em aplicações de renda fixa com liquidez diária. 

A carteira também incluía R$ 10,88 milhões em CRIs, R$ 108,8 milhões a receber provenientes da venda de ativos e R$ 8,87 milhões classificados em outros ativos.

O fundo RECT11 encerrrou o período com obrigações totais de R$ 153,9 milhões. As dívidas relacionadas à aquisição de imóveis somavam R$ 145,7 milhões, com custo médio de IPCA + 7,37% ao ano.  

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