SNFZ11 fecha a R$ 9,75 e renova máxima desde a estreia
O SNFZ11 encerrou a terça-feira em alta, a R$ 9,75, cravando a máxima desde o início de suas negociações na B3 e consolidando o bom momento do fiagro. O movimento reforça a percepção de solidez do portfólio e da tese atrelada ao agronegócio brasileiro, em especial às cadeias de soja e milho.
O fiagro da Suno Asset apresentou ganho de 0,10% na sessão, mantendo a sequência de valorizações acumuladas desde a faixa de R$ 8,30 observada recentemente. A procura por ativos expostos a propriedades rurais e à renda operacional do campo vem sustentando maior giro e apetite dos investidores.
A performance acompanha o avanço das exportações do agronegócio e a atratividade dos grãos brasileiros no mercado internacional. A combinação de demanda externa aquecida, câmbio favorável e produtividade competitiva tem impulsionado fundos com exposição direta às safras.
SNFZ11 registra projeções positivas para exportações
A Anec estima que o Brasil exporte 16,129 milhões de toneladas de soja em maio e 2,782 milhões de toneladas de farelo, superando os volumes de 2023. Esses números indicam manutenção do ritmo acelerado e ajudam a sustentar preços e margens, elevando o interesse por veículos listados ligados ao campo.
Paralelamente, o SNFZ11 ampliou sua exposição ao milho safrinha em Mato Grosso, polo estratégico para o crescimento do agronegócio nacional. A presença em áreas produtivas relevantes tende a combinar potencial de valorização patrimonial com geração recorrente de caixa.
SNFZ11 atinge R$ 6,9 mi de giro e supera 13 mil cotistas
O fiagro SNFZ11 movimentou cerca de R$ 6,9 milhões no último pregão, em um dia marcado pela valorização das commodities e firmeza das vendas externas. O aumento da liquidez sugere maior confiança e facilita a formação de preços no mercado secundário.
O público investidor também se expandiu: o SNFZ11 atingiu 13 mil cotistas, avanço de cerca de 20% frente aos 10 mil anteriores, fator que pode melhorar a negociabilidade. Em evento da Suno Asset, o analista João Vitor Franzin reafirmou a tese do fundo e citou distribuição de R$ 0,10 por cota, com dividend yield anualizado próximo de 13%.
No pano de fundo, o fortalecimento do agronegócio nacional segue favorecendo o SNFZ11, que combina valorização de terras e renda operacional ligada à soja e ao milho, com ativos em Gaúcha do Norte (MT), referência da segunda safra.