TGAR11, ALZR11 e RBRX11 são destaques do Bom Dia FIIs (29/1)
Os fundos TGAR11, ALZR11 e RBRX11 são destaques do Bom Dia FIIs desta quinta-feira (29). Na quarta-feira (28), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.848,56 pontos, com alta de 0,22%, o que representa um avanço de 8,48 pontos em relação ao fechamento anterior.

Durante a sessão, o índice de fundos imobiliários voltou a operar acima do patamar dos 3.840 pontos e terminou o dia próximo da máxima intradiária, após oscilar ao longo do pregão. Com o resultado, o índice retomou a trajetória ascendente das últimas semanas. No pregão anterior, na terça-feira (27), o IFIX havia fechado o pregão com leve queda (-0,15%).
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IFIX fecha em alta de 0,22% e encerra o dia aos 3.848 pontos
O que está acontecendo com o TGAR11?
ALZR11 inicia período de exercício do direito de preferência em nova emissão de cotas
RBRX11 vende ativo com retorno de IPCA + 14%; entenda a operação
TOPP11 renova locação no Edifício Metropolitan com reajuste de 9,2%
SNAG11 eleva valor patrimonial e reforça carteira com CRA a IPCA+12,25%
Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:
O que está acontecendo com o TGAR11?
As cotas do TG Ativo Real (TGAR11) registraram forte queda na terça-feira (27), com desvalorização de cerca de 11,70% na bolsa. O movimento ocorre após a divulgação de um novo guidance de rendimentos pela gestora, que passou a projetar uma faixa de distribuição entre R$ 0,70 e R$ 1,00 por cota.
Desde fevereiro de 2025, o fundo vinha pagando R$ 1,00 por cota de forma recorrente, o que ajuda a explicar a reação negativa do mercado diante da possibilidade de redução nos dividendos.
No último mês, inclusive, o TGAR11 manteve a distribuição de R$ 1,00 por cota, o equivalente a um dividend yield mensal de 1,08%, ou 13,69% anualizado. No acumulado de 12 meses, o fundo distribuiu R$ 12,00 por cota, com yield de 14,76%. Ainda assim, a sinalização de maior cautela à frente acabou gerando pressão vendedora, sobretudo entre investidores mais focados em renda de curto prazo.
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ALZR11 inicia período de exercício do direito de preferência em nova emissão de cotas
O fundo imobiliário Alianza Trust Renda Imobiliária (ALZR11) deu início ao período de exercício do direito de preferência referente à sua 8ª emissão de cotas, que pretende captar até R$ 528 milhões, sem considerar a taxa de distribuição primária. Os cotistas atuais podem exercer esse direito na B3 até o dia 30 de janeiro, conforme cronograma divulgado pelo fundo.
Nesta nova emissão, o preço de subscrição foi fixado em R$ 10,56 por cota, sem considerar a taxa de distribuição primária. A oferta ocorre a valor patrimonial, o que, segundo a gestora, pode representar potencial de ganho de capital intrínseco para os investidores que participarem da oferta.
Com aproximadamente R$ 1,30 bilhão em patrimônio líquido (data base: 31/12/2025), o ALZR11 conta atualmente com um portfólio de 24 imóveis (considerando todos os imóveis que contribuem com locações diretas e gerando renda mensal recorrente, e incluindo os ativos dos fundos Alianza Digital Realty FII (DataCenters) e TSER11, dado que o ALZR11 possui 99,85% deste fundo), distribuídos entre ativos comerciais, logísticos, renda urbana e data centers, além de uma base superior a 176 mil investidores (data base: 28/11/2025). O fundo é gerido pela Alianza Gestão de Recursos e administrado pelo BTG Pactual Serviços Financeiros.
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RBRX11 vende ativo com retorno de IPCA + 14%; entenda a operação
O RBRX11 informou ao mercado que celebrou a venda de uma unidade residencial localizada no empreendimento Kalea Jardins, na cidade de São Paulo. Segundo a gestora RBR Gestão de Recursos, considerando o fluxo contratual de pagamentos, o desinvestimento representa um retorno estimado equivalente a IPCA + 14% ao ano, sem impacto imediato informado sobre a distribuição de rendimentos.
A operação foi comunicada por meio de fato relevante divulgado pela administradora BTG Pactual. O imóvel alienado corresponde à unidade autônoma nº 091, situada no 9º pavimento da Torre 1 do empreendimento Kalea Jardins (Rua da Consolação, 3288, no bairro Jardins).
O valor total da transação foi fixado em R$ 13.000.000,00, operação que garantirá ao fundo o recebimento proporcional de R$ 7,35 milhões, de forma parcelada e corrigida pelo IPCA, uma vez que o RBRX11 detém 56,52% de participação no ativo.
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TOPP11 renova locação no Edifício Metropolitan com reajuste de 9,2%
O fundo imobiliário TOPP11 registrou em dezembro um avanço relevante em sua frente operacional ao renovar, por mais cinco anos, o contrato de um dos locatários do Edifício Metropolitan. A renegociação resultou em um reajuste médio de 9,2% no valor do aluguel.
Além do reajuste, a área locada passou a ser revisada segundo a metodologia BOMA, padrão já adotado nas últimas locações do Edifício Platinum. A atualização, diz a gestão, tende a melhorar a eficiência na mensuração da área efetivamente locável e contribui para maior comparabilidade entre contratos.
A gestão também informou que a última área vaga do portfólio está em fase final de negociação, com expectativa de conclusão ainda em janeiro. Caso confirmada, a operação levará o fundo à ocupação plena, fortalecendo a previsibilidade de caixa em um momento de maior seletividade no mercado de lajes corporativas.
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SNAG11 eleva valor patrimonial e reforça carteira com CRA a IPCA+12,25%
O Fiagro SNAG11 finalizou dezembro com todos os ativos do portfólio adimplentes, sem indícios de deterioração de crédito no curto ou médio prazo. No mês, o fundo apresentou resultado de R$ 18,19 milhões, sustentado por receitas recorrentes e pela estabilidade dos contratos vigentes.
No campo dos rendimentos, o SNAG11 manteve a distribuição de R$ 0,13 por cota, patamar considerado compatível com o atual ciclo da taxa Selic e com o volume de reservas acumuladas.
Além da estabilidade operacional, o mês foi marcado por um movimento pontual de alocação em crédito. O fundo realizou a aquisição do CRA Mapeva, no valor aproximado de R$ 3,1 milhões, a uma taxa de IPCA + 12,25% ao ano, considerada oportunística frente às condições atuais de mercado. Após a alocação, o ativo passou a representar cerca de 0,5% da carteira
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