VRTA11 e VRTM11 divulgam novos dividendos; yield supera 1%
Os fundos imobiliários VRTM11 e VRTA11 anunciaram novas distribuições de rendimentos aos cotistas, com base nos resultados apurados em março.
No caso do VRTM11, o valor distribuído será de R$ 0,09 por cota. Considerando a cotação do fechamento de março, o rendimento corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,23%.
Já o VRTA11 informou a distribuição de R$ 0,85 por cota. Com a cotação fechada em março, o valor gera um yield de 1,10%.
Em ambos os casos, terão direito aos proventos os investidores posicionados até o dia 31 de março de 2026, data-base definida para a distribuição. O pagamento será realizado em 15 de abril de 2026.
Assim como ocorre com outros fundos imobiliários, os rendimentos distribuídos por VRTM11 e VRTA11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidos os critérios estabelecidos pela regulamentação vigente.
VRTA11 entrega dividendos com yield de 1,07% e segue acima de 120% do CDI
O fundo imobiliário VRTA11 manteve, em fevereiro, sua estratégia focada em crédito estruturado, com novas alocações e manutenção de rendimentos em patamar elevado. No período, o fundo adquiriu R$ 1,1 milhão em cotas adicionais do CRI Guestier, com remuneração de IPCA + 12% ao ano.
O resultado do fundo no mês foi de aproximadamente R$ 12,4 milhões, refletindo a performance da carteira majoritariamente composta por Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). A gestão destacou que a maior parte dos ativos segue adimplente, com pagamentos ocorrendo dentro do esperado.
Últimos dividendos do FII
Em termos de distribuição, o VRTA11 pagou R$ 0,85 por cota, mantendo o nível de rendimentos alinhado ao histórico recente.
Além disso, o fundo possui uma reserva acumulada de R$ 0,47 por cota, que pode ser utilizada para complementar distribuições futuras
A gestão do VRTA11 projeta manter os rendimentos entre R$ 0,80 e R$ 0,90 por cota ao longo do primeiro semestre de 2026, tendo como base o patamar atual de distribuição. O cenário de juros elevados segue sustentando o carrego da carteira, especialmente nos ativos indexados ao IPCA.