RBRX11 divulga novos dividendos com retorno acima de 1%; confira quanto
O fundo imobiliário RBRX11 vai pagar R$ 0,09 por cota em dividendos aos seus investidores. O valor repete o patamar mantido pelo FII desde agosto de 2025.
Terão direito ao pagamento os cotistas posicionados no FII RBRX11 até o fim do pregão de 15 de maio de 2026, que foi a data-base da distribuição. O crédito será realizado em 25 de maio de 2026, referente à competência de abril.
Com base na cotação de fechamento de abril, de R$ 8,79, o rendimento anunciado pelo fundo imobiliário RBRX11 representa um dividend yield mensal aproximado de 1,02%.
A manutenção do dividendo em R$ 0,09 por cota segue a estratégia já comunicada pela gestão para o primeiro semestre de 2026. Em março, o RBRX11 havia registrado resultado caixa de R$ 0,07 por cota, enquanto a distribuição também ficou em R$ 0,09 por cota.
Na época, ao final de março, mesmo com o pagamento acima do resultado caixa mensal, o fundo encerrou março com reserva acumulada de R$ 0,08 por cota.
RBRX11 fecha março com P/VP de 0,87x
Ao final de março, o patrimônio líquido do fundo RBRX11 era de R$ 1,44 bilhão, equivalente a R$ 9,84 por cota. Já o valor de mercado somava R$ 1,26 bilhão, ou R$ 8,59 por cota.
Com esses números, o fundo imobiliário era negociado a um P/VP de 0,87x no encerramento do período.
O desempenho do portfólio também ficou acima do IFIX em março. Enquanto a carteira do RBRX11 apresentou retorno patrimonial de +0,7%, o índice de fundos imobiliários teve variação negativa de 1,1%. No mercado secundário, as cotas do fundo avançaram 1,2%.
No acumulado de 2026, a rentabilidade do RBRX11 soma 6,2%. Desde o início, o retorno pelo preço chega a 42,1%, equivalente a 7,7% ao ano. Pela cota patrimonial ajustada, o retorno acumulado alcança 94,1%, ou 15,1% ao ano. No mesmo intervalo, o CDI bruto avançou 1,2% no mês e 3,5% no ano.
A maior parte do portfólio do RBRX11 estava alocada em FIIs ao fim de março. Essa classe representava 55,7% do patrimônio líquido do fundo.
Na sequência apareciam os CRIs, com participação de 36,1% do PL. O restante da carteira do RBRX11 estava dividido entre caixa e equivalentes, com 5,7%, SPEs, com 1,5%, e imóveis, com 1,1%.