PMLL11: fundo imobiliário lucra R$ 10,4 milhões e divulga atualizações da carteira
O fundo imobiliário PMLL11 registrou resultado distribuível de R$ 10,429 milhões em abril. O desempenho mensal veio a partir de receitas totais de R$ 12,376 milhões, enquanto as despesas do período somaram R$ 1,947 milhão.
Em termos por cota, a receita do mês correspondeu a R$ 0,89, com resultado distribuível de R$ 0,75 por cota. Segundo os dados divulgados, o resultado não teve impacto de efeitos não recorrentes.
A distribuição de dividendos do PMLL11 foi de R$ 1,00 por cota, paga em 15 de abril, em linha com o guidance indicado pela gestão para o primeiro semestre de 2026.
O dividend yield anualizado, considerando o intervalo entre maio de 2025 e abril de 2026, ficou em 10,3% sobre a cota patrimonial e em 10,9% sobre a cota de fechamento.
A estrutura do FII PMLL11 também conta com alavancagem de 10,3%, contratada com o objetivo de viabilizar o crescimento da carteira sem pressionar a estrutura de capital do fundo.
Veja como é formada a carteira do PMLL11
No portfólio, o fundo reúne 14 ativos, com diversificação por localização geográfica e por administradoras de shoppings.
A estratégia é concentrada, em sua maior parte, em participações minoritárias em empreendimentos considerados dominantes em seus mercados.
Entre os destaques da carteira está a posição de R$ 144 milhões no Barra Malls FII. O veículo tem o fundo imobiliário PMLL11 como único cotista e detém o controle do Rio2 Shopping e do Península Open Mall.
Os principais ativos na composição do valor patrimonial são Maceió Shopping, com participação de 14,8%, Madureira Shopping, com 14,0%, Rio Anil Shopping, com 9,5%, Shopping Park Lagos, com 8,9%, e Boulevard Shopping Feira, com 8,3%.
Quando a análise considera a geração de NOI, os maiores pesos ficam com Maceió Shopping, responsável por 13,4%, Madureira Shopping, com 12,7%, e Shopping Park Lagos, com 10,7%.
Os demais empreendimentos aparecem distribuídos de maneira relativamente equilibrada na composição do indicador.
Nos dados operacionais, referentes a março, as vendas totais da carteira alcançaram R$ 1.449 por metro quadrado. O valor representa avanço de 9,7% em relação ao mesmo mês de 2025. No acumulado de 2026, a alta frente ao ano anterior foi de 7,0%.
Ao ajustar os números pela participação atualmente detida pelo fundo PMLL11 em cada ativo, as vendas por metro quadrado cresceram 7,0% na comparação mensal e 4,1% no acumulado do ano.