IFIX sobe 0,41% e fecha semana em alta de 0,58%; no mês, índice recua 1,33%

IFIX sobe 0,41% e fecha semana em alta de 0,58%; no mês, índice recua 1,33%
IFIX sobe 0,41% e fecha semana em alta de 0,58%; no mês, índice recua 1,33% (Foto: Pexels)

O IFIX encerrou o pregão desta sexta-feira (29) em 3.877,52 pontos, com alta de 0,41%, equivalente a um avanço de 16 pontos em relação ao fechamento anterior.

Durante a sessão, o índice de fundos imobiliários permaneceu em território positivo e terminou próximo das máximas do dia.

Ao longo do pregão, o indicador oscilou entre a mínima de 3.861,52 pontos e a máxima de 3.880,58 pontos. Com o resultado, o IFIX segue próximo de sua máxima de 52 semanas, atualmente em 3.944,38 pontos.

Ganho na semana, perda no mês

Na comparação semanal, o índice acumulou valorização de 0,58%. Na última sexta-feira (22), o IFIX havia encerrado o pregão aos 3.855,09 pontos. Assim, o indicador avançou 22,43 pontos ao longo da semana.

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Na comparação mensal, o IFIX encerrou maio em queda. O índice fechou o último pregão de abril aos 3.929,91 pontos e terminou o último pregão de maio aos 3.877,52 pontos, acumulando recuo de 52,39 pontos no período, o equivalente a uma desvalorização de 1,33%.

MXRF11 lidera em volume

Também entre os destaques do pregão estiveram os fundos mais negociados da sessão. O MXRF11 registrou o maior volume financeiro, de R$ 1,66 milhão, e fechou em alta de 0,30%.

Na sequência apareceram GARE11, com volume de R$ 1,48 milhão e avanço de 0,36%; CPTS11, com R$ 1,04 milhão e alta de 0,39%; GGRC11, com R$ 988,14 mil e valorização de 0,59%; e BTCI11, que movimentou R$ 796,62 mil e subiu 0,22%.

HSML11 sobe, CACR11 desce (de novo)

O HSML11 liderou os ganhos do dia entre os componentes do mercado de fundos imobiliários. O fundo encerrou o pregão cotado a R$ 92,72, com valorização de 2,56%, após avançar R$ 2,31 na sessão.

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Na segunda posição entre as maiores altas ficou o BLMG11, que subiu 2,06%. As cotas do fundo fecharam o dia negociadas a R$ 31,74, com ganho de R$ 0,64.

Entre as quedas, o CACR11 apresentou o pior desempenho do pregão. O fundo, que registrou uma sequência de fortes quedas no mês, terminou a sessão cotado a R$ 23,97, após recuar 6,29%, equivalente a uma perda de R$ 1,61 por cota.

Já o URPR11 registrou a segunda maior baixa do dia. O fundo fechou negociado a R$ 25,14, com desvalorização de 2,18%, correspondente a uma queda de R$ 0,56 no pregão.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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