FI-Infra da Nu Asset pagará dividendos com yield de 1,14% em junho; saiba valor
O FI-Infra NUIF11, da Nu Asset, informou a realização de novos pagamentos de dividendos para seus investidores no valor de R$ 1,00 por cota.
O pagamento está programado para o dia 8 de junho, tendo como data-base o encerramento do pregão de 29 de maio.
Considerando o preço de fechamento de maio, de R$ 88,00 por cota, o valor do rendimento equivale a aproximadamente 1,14% da cotação do fundo.
Vale ressaltar que os proventos são isentos de Imposto de Renda para Pessoas Físicas, conforme regulação prevista nos fundos de infraestrutura.
NUIF11 mantém dividendos em 114% do CDI e reduz exposição à Aegea
Em abril, o NUIF11 manteve também a distribuição de R$ 1,00 por cota, reforçando um dividend yield anualizado de aproximadamente 13,5% com base na cotação de mercado do fim do período.
Segundo a gestão, o patamar equivale a cerca de 114% do CDI após o ajuste de gross up do imposto de renda. Nos últimos 12 meses, o fundo acumulou distribuição de R$ 14,00 por cota, retorno equivalente a aproximadamente 128% do CDI líquido ajustado.
Apesar da manutenção dos dividendos, abril foi marcado por continuidade da reprecificação dos ativos de infraestrutura no mercado secundário.
O ambiente de maior aversão a risco e abertura adicional de spreads pressionou a indústria de crédito incentivado ao longo do período.
Segundo a gestão, o cenário também foi impactado por fluxo de resgates em fundos da indústria, reduzindo o apetite por novas ofertas primárias e aumentando a volatilidade dos ativos negociados no mercado secundário.
FI-Infra reduz exposição à Aegea após aumento de riscos
Durante o mês, a gestão zerou a posição em Águas do Rio, ativo ligado ao grupo Aegea, diante da percepção de aumento do risco de crédito e maior dificuldade de captação futura para o emissor.
Segundo o relatório gerencial, os ativos da companhia sofreram pressão após mudanças em práticas contábeis que aumentaram a volatilidade dos papéis no curto prazo.
Apesar disso, a gestora afirmou que os números divulgados pela companhia ficaram alinhados às projeções internas de crédito e não alteraram a visão estrutural sobre o grupo.