RBRR11 eleva resultado e paga dividendos de 13,5% ao ano; confira valor

RBRR11 eleva resultado e paga dividendos de 13,5% ao ano; confira valor
RBRR11 eleva resultado e paga dividendos de 13,5% ao ano. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário RBRR11 terminou maio com resultado distribuível de R$ 17,088 milhões, pouco acima do mês anterior. 

O total reúne receita de R$ 11,198 milhões e ajuste para distribuição de R$ 7,248 milhões (MTM), dos quais foram descontadas despesas de R$ 1,21 milhão.

Por cota, o resultado distribuível somou R$ 1,05, valor que já inclui um efeito extraordinário negativo de R$ 0,04 por cota decorrente das vendas de CRIs feitas no mês. Os rendimentos do RBRR11 pagos em junho se basearam nesse resultado.

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A gestão anunciou distribuição de R$ 0,95 por cota, paga em 17 de junho. Como o resultado por cota superou o que foi distribuído, a reserva acumulada do fundo imobiliário RBRR11 passou de R$ 0,31 por cota em abril para R$ 0,41 por cota no fim de maio. Nos 12 meses anteriores, a distribuição média foi de R$ 0,83 por cota.

O dividend yield anualizado fechou maio em 12,2% sobre a cota patrimonial e em 13,5% sobre a cota de mercado. A carteira terminou o mês com 99,5% do patrimônio líquido em ativos-alvo. 

Desse total, 97,0% estão em CRIs e operações estruturadas, com rentabilidade média ponderada de 15,4% ao ano (IPCA + 9,3% ao ano), prazo médio de 4,0 anos e spread médio de 1,2% ao ano. Os 2,5% restantes ficam em FIIs.

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Portfólio e movimentações da carteira do RBRR11

No mês, o FII RBRR11 encerrou toda a exposição em compromissadas reversas. O movimento reduziu as despesas financeiras e melhorou o resultado, e o caixa remanescente ficou em 0,5% do patrimônio líquido.

A carteira de crédito tem 101 CRIs e operações estruturadas, com 99% indexados ao IPCA (IPCA + 9,3% ao ano) e 1% ao IGP-M (IGP-M + 9,1% ao ano). 

Durante maio, o fundo RBRR11 reduziu as posições no CRI Pátio Malzoni (R$ 15 milhões) e no CRI Bem Brasil (R$ 1 milhão), com prejuízo consolidado de R$ 0,06 por cota, e cortou R$ 1 milhão da alocação no FII FLCR11

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Também vendeu integralmente as posições no CRI MK IPCA e no CRI AG7, num total de R$ 14,6 milhões, com lucro de R$ 0,02 por cota, para gerar o caixa usado no encerramento das compromissadas.

Na carteira de CRIs, o residencial é o setor de maior peso, com 42,9%, à frente do logístico (33,9%) e do escritório (21,7%). Loteamento, infraestrutura, saúde e energia completam os sete segmentos, com participações menores. Na divisão por região, São Paulo responde por 67% das operações.

O fundo imobiliário RBRR11 investe em FIIs de forma oportunista e fechou maio com quatro posições, que somam 2,5% do patrimônio líquido, distribuídas entre RPRI11 (1,4%), GAME11 (0,7%), NCRI11 (0,3%) e FLCR11 (0,1%). Essa fatia vem encolhendo desde junho de 2025, quando representava 5,0% do patrimônio líquido.

No mercado secundário, a cota do RBRR11 subiu 2,0% em maio, acima do IFIX (-1,3%) e do CDI bruto (1,1%). No ano, a valorização é de 0,9%. Desde a estreia, em maio de 2018, o retorno acumulado é de 98,1%, ou 8,9% ao ano, perto do CDI bruto (101,6% e 9,2% ao ano) e acima do IFIX (66,7% e 6,6% ao ano) no mesmo intervalo.

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