PCIP11, SNAG11, ALZC11 e FI-Infras são destaques do Bom Dia FIIs (24/6)

PCIP11, SNAG11, ALZC11 e FI-Infras são destaques do Bom Dia FIIs (24/6)
PCIP11, SNAG11, ALZC11 e F-Infras são destaques do Bom Dia FIIs (24/6) (Foto: Pexels)

Os fundos imobiliários PCIP11, SNAG11, ALZC11 e a distribuição de dividendos por FI-Infras são os destaques do Bom Dia FIIs desta quarta-feira (24). Na terça-feira (23), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão em 3.792,93 pontos, com queda de 3,51 pontos em relação ao fechamento anterior, o equivalente a uma desvalorização de 0,09%.

Entre os fundos imobiliários mais ativos do pregão, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) registrou volume de R$ 2,22 milhões e fechou em queda de 1,42%. Na sequência apareceu o CPTS11 (Capitania Securities II), com volume de R$ 1,64 milhão e alta de 1,65%. Outros destaques da terça-feira foram os fundos imobiliários MXRF11 (Maxi Renda), com R$ 1,34 milhão e avanço de 0,10%, e GARE11 (Guardian Logística), com volume de R$ 1,17 milhão e valorização de 0,12%.

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ALZC11 paga dividendos com yield de 1,33% nesta terça-feira; confira valor
FI-Infra: fundos pagam dividendos de até 1,5% em junho

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

Com yield de 11,5% ao ano, PCIP11 tem queda no resultado; veja números

O fundo imobiliário PCIP11 encerrou maio com resultado distribuível de R$ 7,766 milhões. No período, as receitas somaram R$ 8,388 milhões e as despesas totais ficaram em R$ 1,238 milhão.

O resultado distribuível por cota foi de R$ 0,46, com impacto negativo de R$ 0,90 por cota provocado pela integralização, com deságio, de parte das séries do CRI Cortel no FII CTA. O deságio foi definido pelo gestor a partir do valor recuperável do ativo, antecipando uma possível perda ligada à operação. 

A gestão afirmou que o impacto já era esperado e vinha sendo provisionado na política de constituição de reservas, na mesma linha adotada em seus outros veículos. Mesmo com o resultado menor, a distribuição foi mantida em R$ 0,89 por cota, paga em 16 de junho de 2026. Para sustentar o valor, o fundo imobiliário PCIP11 usou parte da reserva de lucros, que caiu para R$ 0,57 por cota ao fim de maio

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Soja deve movimentar US$ 60 bi em 2026 e fortalece aposta do SNAG11 em infraestrutura rural

O processamento de soja no Brasil deve atingir um novo recorde em 2026, impulsionado pela ampla oferta do grão e pela demanda aquecida por derivados no mercado doméstico e externo. As perspectivas favoráveis para o complexo soja reforçam a importância dos investimentos em infraestrutura agrícola, segmento que vem ganhando espaço nas estratégias de alguns Fiagros, como o SNAG11.

As projeções mais recentes da indústria apontam para um esmagamento de aproximadamente 63 milhões de toneladas de soja no próximo ano, o maior patamar já registrado no país. O avanço ocorre em meio a uma safra robusta, estimada em mais de 180 milhões de toneladas, e à continuidade da demanda por farelo e óleo de soja.

A expectativa também é de crescimento na produção dos derivados. O volume de farelo deve se aproximar de 49 milhões de toneladas, enquanto a produção de óleo de soja pode superar 12 milhões de toneladas.

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ALZC11 paga dividendos com yield de 1,33% nesta terça-feira; confira valor

O fundo imobiliário ALZC11 realiza nesta terça-feira (23) o pagamento de R$ 0,10 por cota aos investidores posicionados no fundo na data-base de 16 de junho. Os recursos são referentes aos resultados obtidos em maio de 2026.

Considerando o preço de fechamento das cotas em maio, de R$ 7,51, a distribuição corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,33%. Em termos anualizados, o retorno distribuído pelo fundo alcança cerca de 16,0% com base na cotação de mercado.

Os números também evidenciam o desconto das cotas em relação ao patrimônio do fundo. Segundo os dados divulgados pela gestão, a cota patrimonial do ALZC11 encerrou o período em R$ 9,38, enquanto a cota negociada em Bolsa estava em R$ 7,51.

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FI-Infra: fundos pagam dividendos de até 1,50% em junho

Os fundos de infraestrutura (FI-Infra) seguem oferecendo rendimentos elevados aos investidores em 2026. Em junho, alguns veículos distribuíram dividend yields superiores a 1% ao mês. O destaque do período ficou com o XPID11, que anunciou distribuição de R$ 0,75 por cota, equivalente a um dividend yield mensal de 1,50%. O fundo liderou o ranking entre os principais FI-Infra que realizaram pagamentos ao longo do mês.

Por sua vez, o CPTI11 distribuiu R$ 1,15 por cota, equivalente a um dividend yield de 1,29%. O pagamento ocorreu em 12 de junho, enquanto a data-com foi em 29 de maio.

Já o BODB11 anunciou provento de R$ 0,10 por cota, com rendimento de 1,27% no período. O pagamento foi realizado em 8 de junho. O BIDB11 vem logo em seguida com o pagamento de R$ 1,00, superando 1,25% de dividend yield mensal.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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