ALZR11 gera R$ 14 milhões em caixa e fortalece reserva para dividendos
O fundo imobiliário ALZR11 registrou em maio um resultado caixa de aproximadamente R$ 14,1 milhões e manteve a distribuição de rendimentos em linha com as projeções da gestão. O fundo gerou R$ 0,0857 por cota em resultado caixa no período, enquanto a distribuição efetiva aos cotistas ficou em R$ 0,0836 por cota.
Segundo o relatório gerencial, o ALZR11 continua apresentando resultados superiores à média observada nos meses anteriores, ao mesmo tempo em que preserva sua reserva de lucros, atualmente equivalente a R$ 0,032 por cota.
A gestão estima que os rendimentos recorrentes do fundo permaneçam entre R$ 0,080 e R$ 0,082 por cota ao longo do primeiro semestre, considerando apenas receitas provenientes dos aluguéis e aplicações financeiras, sem incorporar eventuais ganhos com venda de ativos.
Reajustes e novos ativos reforçam receitas do ALZR11
Durante maio, o fundo realizou o reajuste do aluguel do ativo Scala, corrigido pela inflação acumulada medida pelo IPCA nos últimos 12 meses.
Além disso, o ALZR11 recebeu no caixa os aluguéis proporcionais referentes aos ativos Fleury e Oscar Freire Office, contribuindo para o desempenho operacional do período.
A estratégia do fundo continua baseada em contratos de longo prazo e imóveis considerados estratégicos dentro dos segmentos logístico, corporativo e de varejo.
A atualização dos contratos pela inflação segue sendo um importante mecanismo de proteção das receitas em um ambiente de juros elevados e pressão inflacionária.
Segundo a gestão, os reajustes contratuais e a incorporação gradual das receitas dos novos ativos ajudam a sustentar a geração de caixa do portfólio.
Caixa elevado e redução da alavancagem fortalecem estrutura
Ao final de maio, o ALZR11 apresentava posição de caixa e aplicações financeiras de aproximadamente R$ 412 milhões, equivalente a 18% do patrimônio líquido do fundo.
A gestora considera o nível de liquidez confortável para o cumprimento das obrigações de longo prazo e para a execução da estratégia de investimentos.
Outro destaque do período foi a redução da relação entre obrigações futuras e patrimônio líquido, que passou para 36% do PL.