Brasil mantém lugar entre os 5 maiores mercados solares; veja reflexos para o SNEL11

Brasil mantém lugar entre os 5 maiores mercados solares; veja reflexos para o SNEL11
SNEL11 atua no setor de energia fotovolatica - Foto: Pixabay.

A geração de energia solar segue ampliando espaço na matriz elétrica mundial, mesmo após o fim do ciclo de crescimento explosivo observado nos últimos anos. O avanço do setor continua criando um ambiente favorável para operadores de ativos fotovoltaicos, tese que sustenta fundos como o SNEL11, voltado à geração distribuída de energia.

Levantamento da SolarPower Europe mostra que o mundo adicionou 664 GW de capacidade solar em 2025, o maior volume já registrado pela indústria. Embora represente um crescimento mais moderado, de 12% sobre o ano anterior, o resultado confirma que a fonte continua liderando a expansão da geração renovável no planeta.

Na avaliação da entidade, a indústria entra agora em uma nova etapa. Em vez de depender apenas da construção de novas usinas, o crescimento deverá ser impulsionado pela modernização das redes elétricas, pelo avanço dos sistemas de armazenamento em baterias e pela maior integração da geração distribuída.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/1180x300-1.jpg

Esse cenário dialoga com a estratégia adotada pelo SNEL11, que vem ampliando sua carteira de usinas solares já em operação para aumentar a previsibilidade de receitas por meio de contratos de longo prazo. Nos últimos meses, o fundo expandiu sua capacidade instalada para 103,5 MWp, distribuída em 25 projetos operacionais.

Brasil continua entre os principais mercados de energia solar

Os números do relatório mostram que a expansão continua concentrada em poucos países. A China respondeu sozinha por 382 GW das novas instalações realizadas em 2025, equivalente a mais da metade de toda a capacidade adicionada no mundo.

Na sequência aparecem Índia, com 45,7 GW, e Estados Unidos, com 43,2 GW, consolidando os três maiores mercados globais de energia fotovoltaica. A Alemanha lidera entre os mercados europeus com 17,4 GW.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

O Brasil, por sua vez, ocupou a quinta posição no ranking mundial após instalar 14,5 GW no período. O volume representa uma redução de 23% em relação a 2024, reflexo de um mercado que começa a amadurecer depois de anos de forte expansão.

SNEL11 adiciona mais de 17 mil cotistas em junho

O SNEL11 encerrou junho com o maior volume de negociações desde o seu lançamento. Segundo dados da gestora, as cotas movimentaram mais de R$ 150 milhões ao longo do mês, estabelecendo um novo recorde de liquidez para o fundo.

O avanço também foi acompanhado por um forte crescimento da base de investidores. Até 26 de junho, o SNEL11 havia atraído 17.327 novos cotistas, enquanto 4.966 investidores deixaram o fundo no mesmo período. Com isso, o saldo líquido alcançou 12.361 novos cotistas.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

A expansão elevou a base total para 111.603 investidores, consolidando o SNEL11 entre os maiores fundos imobiliários da B3 em número de cotistas.

Oferta do FII pode alcançar R$ 2,3 bilhões

No front de captação, a quinta emissão prevê inicialmente a distribuição de cerca de 221,3 milhões de cotas ao preço de R$ 8,32 por unidade, o que poderá levantar aproximadamente R$ 1,84 bilhão.

Caso o lote adicional seja integralmente exercido, a oferta poderá alcançar cerca de R$ 2,3 bilhões. Considerando os custos de distribuição, o preço final de subscrição foi fixado em R$ 8,65 por cota.

Tags
Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça.
foto: Vinícius Alves
Vinícius Alves
Jornalista

Jornalista formado na Faculdade Cásper Líbero. Com passagens pela Agência Estado e Editora Globo.

notícias relacionadas últimas notícias