BLMG11 e AIEC11 avançam; IFIX volta a superar 3.800 pontos e sobe 0,24%

BLMG11 e AIEC11 avançam; IFIX volta a superar 3.800 pontos e sobe 0,24%
BLMG11 e AIEC11 avançam; IFIX volta a superar 3.800 pontos e sobe 0,24% (Foto: Pexels)

O IFIX encerrou o pregão desta quinta-feira (30) aos 3.806,26 pontos, com alta de 8,93 pontos, equivalente a 0,24% em relação ao fechamento anterior. Durante a sessão, o indicador oscilou entre a mínima de 3.794,41 pontos e a máxima de 3.806,32 pontos, encerrando o dia praticamente na máxima.

Na abertura, o índice de fundos imobiliários marcou 3.797,35 pontos. Com o desempenho desta sessão, o IFIX permaneceu abaixo da máxima de 52 semanas, de 3.944,38 pontos, enquanto a mínima do período segue em 3.402,09 pontos.

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MXRF11 lidera negócios

Entre os fundos imobiliários mais negociados do pregão, o MXRF11 (Maxi Renda) movimentou 1,14 milhão de cotas negociadas e recuou 0,31%. Na sequência apareceram o GGRC11 (GGR Covepi Renda), com volume de 923,89 mil cotas e alta de 0,81%; e o GARE11 (Guardian Real Estate), com 908,82 mil cotas e avanço de 0,49%.

A seguir, apareceram o CPTS11 (Capitania Securities II), com 594,03 mil cotas negociadas e valorização de 0,54%; e o BTHF11 (BTG Pactual Hedge Fund), que movimentou 412,24 mil cotas e encerrou estável.

O sobe e desce dos FIIs

O BLMG11 (Bluemacaw Logística) liderou as altas do dia ao avançar 5,85%, encerrando o pregão cotado a R$ 34,72. Na segunda posição entre as maiores valorizações ficou o AIEC11 (Autonomy Edifícios Corporativos), que subiu 4,64% e terminou o dia negociado a R$ 60.

Entre as maiores quedas da sessão, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) registrou o pior desempenho, com recuo de 2,62%, fechando cotado a R$ 15,60. Já o AJFI11 (AJ Malls) teve a segunda maior baixa do pregão, ao cair 1,25%, com fechamento a R$ 7,79.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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