SNID11 disparou 1,48% e se destaca entre fundos da Suno
O fundo imobiliário SNID11 disparou 1,48% na sessão desta sexta-feira (11/09), cotado a R$ 10,30, de acordo com os dados registrados de mercado.
Com a valorização, o fundo se destacou entre os FIIs da Suno acompanhados no pregão. O volume financeiro negociado foi de aproximadamente R$ 48,8 mil, enquanto a mínima registrada ficou em R$ 10,20.
No mesmo dia, o IFIX, principal índice de fundos imobiliários da B3, avançou 0,04%, aos 3.748,63 pontos.
Últimos dividendos do SNID11
O FI-Infra SNID11 anunciou a distribuição de R$ 0,11 por cota em rendimentos aos investidores. O pagamento feito no dia 25 de agosto de 2026, enquanto a data-base foi definida para 14 de agosto.
Considerando a cotação de fechamento de R$ 10,48, o provento representa um dividend yield de aproximadamente 1,05% sobre o valor de mercado da cota.
Tiveram direito ao rendimento os investidores que mantiveram posição no fundo até a data-base estabelecida.
O SNID11 vem mantendo uma política de distribuição recorrente: o fundo também pagou R$ 0,11 por cota em julho, enquanto nos meses anteriores os valores chegaram a R$ 0,12 e R$ 0,13 por cota.
Nas últimas semanas, o fundo alcançou uma nova máxima histórica quando avaliado por retorno total. Na sessão mais recente, as cotas encerraram a R$ 11,28, com alta diária de 0,80%.
Tese do FI-Infra
O SNID11 é um FI-Infra, com carteira voltada principalmente a títulos de crédito ligados a projetos de infraestrutura. Segundo informações divulgadas anteriormente pela gestora, a carteira é majoritariamente composta por debêntures incentivadas.
Os rendimentos distribuídos pelo SNID11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que sejam atendidos os requisitos previstos na legislação tributária.
FI-Infra atinge máxima histórica de retorno total
Nas últimas semanas, o fundo alcançou uma nova máxima histórica quando avaliado por retorno total. Na sessão mais recente, as cotas encerraram a R$ 11,28, com alta diária de 0,80%, enquanto o IFIX apresentou variação negativa no mesmo pregão, segundo comunicação da gestora.
Pelos dados da gestão, o retorno total acumulado desde o início das operações já supera 73%, patamar que consolida desempenho acima dos principais índices de renda fixa e infraestrutura acompanhados pelo mercado. A comparação considera a métrica que agrega a variação das cotas e todos os proventos distribuídos no período, oferecendo uma leitura abrangente da evolução do investimento.
O uso de total return é prática difundida para mensurar o resultado efetivo de fundos com distribuição recorrente. A metodologia incorpora o efeito dos rendimentos pagos ao longo do tempo, o que permite capturar com maior precisão a geração de valor do ativo, especialmente em estratégias que priorizam fluxo de caixa periódico.