IFIX fecha estável nesta sexta, mas cai 0,56% na semana

IFIX fecha estável nesta sexta, mas cai 0,56% na semana
Foto: Suno/Banco

O IFIX encerrou o pregão desta sexta-feira (11) praticamente estável, aos 3.748,63 pontos, com ligeiro avanço de 0,04%, equivalente a 1,66 ponto. Apesar da pequena recuperação no fechamento, o índice de fundos imobiliários terminou a semana no campo negativo.

Na sexta-feira anterior (4), o indicador havia fechado aos 3.769,71 pontos. Com isso, o IFIX acumulou queda de 0,56% na semana, equivalente a uma perda de 21,08 pontos.

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A sessão desta sexta foi marcada por oscilação. O índice abriu aos 3.746,97 pontos e chegou a subir até 3.756,36 pontos nas primeiras horas de negociação. Depois, perdeu força e atingiu a mínima de 3.740,92 pontos, antes de recuperar terreno no fim do pregão.

RBRP11 lidera altas do IFIX

Entre os destaques positivos do dia, o RBRP11 (FII Pátria Properties) liderou os ganhos, com valorização de 5,39%, encerrando negociado a R$ 48.

No campo negativo, o URPR11 (Urca Prime Renda) recuou 1,74%, para R$ 19,23, enquanto o TOPP11 (RBR Top Offices) caiu 1,67%, negociado a R$ 64,89.

MXRF11 lidera negócios

Entre os fundos com maior volume financeiro no pregão, o MXRF11 apareceu na liderança, com 2,36 milhões de cotas negociados e queda de 0,22%, para R$ 9,14. O SNEL11 movimentou 1,31 milhão de cotas e recuou 0,13%, enquanto o GGRC11 registrou volume de 953,37 mil cotas e baixa de 0,11%.

Também estiveram entre os mais ativos o GARE11, que avançou 0,36%, com 579,61 mil cotas negociadas, e o KNSC11, que caiu 0,22%, com giro de 465,96 mil cotas.

Com o fechamento desta sexta, o IFIX permanece 5% abaixo da máxima das últimas 52 semanas, de 3.944,38 pontos, e cerca de 6,7% acima da mínima do período, de 3.514,13 pontos.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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