IFIX fecha quinta-feira em alta de 0,13%, aos 3.747,47 pontos

IFIX fecha quinta-feira em alta de 0,13%, aos 3.747,47 pontos
Imagem gerada por IA

O IFIX encerrou o pregão desta quinta-feira (17) aos 3.747,47 pontos, com alta de 0,13%, equivalente a um avanço de 4,90 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.742,57 pontos.

Durante a sessão, o índice de fundos imobiliários registrou mínima de 3.740,84 pontos e máxima de 3.751,02 pontos. A abertura ocorreu aos 3.742,59 pontos.

O IFIX terminou o pregão 3,55 pontos abaixo da máxima intradiária. No intervalo de 52 semanas apresentado nos dados do fechamento, o índice registra mínima de 3.554,23 pontos e máxima de 3.944,38 pontos.

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MXRF11 lidera negócios

Entre os FIIs mais negociados, o MXRF11 (Maxi Renda) movimentou 2,54 milhões de cotas e caiu 0,33%, enquanto o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) teve volume de 1,32 milhão de cotas negociadas e subiu 0,89%.

Na sequência, o SNEL11 (Suno Energias Limpas) movimentou 654,4 mil cotas, com alta de 0,13%; o MCRE11 (Mauá Capital Real Estate), 494,42 mil cotas, com queda de 1,27%; e o GARE11 (Guardian Real Estate), 461,58 mil cotas, com avanço de 0,12%.

O sobe-e-desce dos FIIs

Entre as maiores altas do pregão, o TOPP11 (RBR Top Offices) registrou a maior valorização do dia, de 1,79%, encerrando as negociações cotado a R$ 66,46.

Na sequência, o BROF11 (BRPR Corporate Offices) avançou 1,73%, com preço de fechamento de R$ 61,00.

No lado das quedas, o BLMG11 (Bluemacaw Logística) apresentou a maior baixa do dia, de 2,12%, encerrando o pregão cotado a R$ 30,42.

Logo atrás, o VGRI11 (Valora Renda Imobiliária) recuou 1,99%, com preço de fechamento de R$ 5,44, completando a relação dos dois fundos com maior desvalorização percentual nesta quinta-feira.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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