SNID11 sobe 1,10% no pregão desta sexta-feira em direção oposta ao IFIX
O SNID11, FI-Infra da Suno, registrou alta de 1,10% nesta sexta-feira, cotado a R$ 10,14 por cota, conforme dados de mercado.
O fundo movimentou R$ 65,1 mil em negociações, enquanto o Ibovespa recuava 0,41% e o IFIX avançava 0,07%.
O movimento coloca o SNID11 novamente acima da marca de R$ 10, após o fundo ter encerrado o pregão anterior em R$ 10,03, com queda de 3,37%. Na sessão de 16 de setembro, a cota havia terminado em R$ 10,38.
A oscilação ocorre em meio a um período de maior volatilidade para o ativo. Em setembro, o SNID11 chegou a registrar altas de 1,92% no dia 4 e 1,48% no dia 11, antes das movimentações observadas nas sessões seguintes.
Rendimentos do SNID11 seguem no radar
Além da movimentação da cota, o SNID11 mantém distribuição recorrente de rendimentos. O último pagamento registrado foi de R$ 0,11 por cota, realizado em 25 de agosto, referente à data-base de 14 de agosto.
Nos meses anteriores, o fundo também distribuiu R$ 0,11 em julho e R$ 0,12 em junho, mantendo uma sequência de pagamentos ao longo de 2026.
O SNID11 é um FI-Infra, com estratégia voltada ao mercado de crédito ligado a projetos de infraestrutura. A combinação entre a remuneração dos ativos da carteira e os rendimentos distribuídos ajuda a explicar o acompanhamento do fundo pelos investidores.
No recorte dos últimos 12 meses, o fundo apresentava dividend yield de aproximadamente 14,6%, segundo dados de mercado disponíveis atualmente.
Tese do FI-Infra
O SNID11 é um FI-Infra, com carteira voltada principalmente a títulos de crédito ligados a projetos de infraestrutura. Segundo informações divulgadas anteriormente pela gestora, a carteira é majoritariamente composta por debêntures incentivadas.
Os rendimentos distribuídos pelo SNID11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que sejam atendidos os requisitos previstos na legislação tributária.
FI-Infra atinge máxima histórica de retorno total
Nas últimas semanas, o fundo alcançou uma nova máxima histórica quando avaliado por retorno total. Na sessão mais recente, as cotas encerraram a R$ 11,28, com alta diária de 0,80%, enquanto o IFIX apresentou variação negativa no mesmo pregão, segundo comunicação da gestora.
Pelos dados da gestão, o retorno total acumulado desde o início das operações já supera 73%, patamar que consolida desempenho acima dos principais índices de renda fixa e infraestrutura acompanhados pelo mercado. A comparação considera a métrica que agrega a variação das cotas e todos os proventos distribuídos no período, oferecendo uma leitura abrangente da evolução do investimento.
O uso de total return é prática difundida para mensurar o resultado efetivo de fundos com distribuição recorrente. A metodologia incorpora o efeito dos rendimentos pagos ao longo do tempo, o que permite capturar com maior precisão a geração de valor do ativo, especialmente em estratégias que priorizam fluxo de caixa periódico.