‌‌‌O‌‌‌ ‌‌‌‌‌‌IFIX‌‌‌‌‌‌ ‌‌fechou‌‌ ‌‌‌a‌‌‌ ‌‌‌última‌‌‌ segunda-feira‌‌‌ ‌‌‌(18)‌‌‌ ‌‌‌em‌‌ alta ‌‌de‌‌ 0,18%,‌‌‌ ‌‌terminando‌‌ ‌‌‌o‌‌‌ ‌‌‌dia‌‌‌ ‌‌‌em‌‌ ‌‌2.751,56 ‌pontos.‌‌‌ ‌‌‌No‌‌‌ ‌‌‌acumulado‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌mês‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ fevereiro ‌‌‌e‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌ano‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ ‌‌‌2022,‌‌‌ ‌‌‌a‌‌‌ ‌‌‌variação‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌índice‌‌‌ ‌‌‌é‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ ‌‌-0,91%‌‌‌ ‌‌‌e‌‌‌ ‌‌-1,89%‌‌,‌‌‌ ‌‌‌respectivamente.‌‌‌ ‌ ‌

‌‌‌Confira‌‌ ‌‌as‌‌ ‌‌principais‌‌ ‌‌notícias‌‌ ‌‌do‌‌ ‌‌mercado‌‌ ‌‌de‌‌ ‌‌FIIs:‌‌

ALZR11 informa resultados e rendimentos do mês

A gestão do Alianza Trust Renda Imobiliária FII (ALZR11), informou em relatório gerencial divulgado na última sexta-feira (18), os resultados e rendimentos referentes ao mês de janeiro. 

A partir deste mês de janeiro de 2022, a gestora conformou que o fundo entra em momento de estabilização de seus rendimentos após a conclusão da aquisição do Centro de Distribuição Logístico locado para a Coca-Cola FEMSA

Neste caso, os aluguéis dos imóveis Air Liquide, Decathlon e Globo, que juntos representavam cerca de 17% dos recebíveis totais do ALZR, foram corrigidos em +10,1% devido ao repasse inflacionário do IPCA dos últimos 12 meses. 

O valor distribuído será de R$ 0,7255 por cota para a base de investidores detentora de cotas no dia 18/02. Confira nos resultados abaixo:

ALZR11 fiis

Neste aspecto, a gestora disse que até maio deste ano, os aluguéis dos imóveis Clariant, Atento, Aptiv e Sky (via Alianza Digital Realty FII) também serão corrigidos pelo IPCA e, juntos, estes correspondem a cerca de 41% de todos os aluguéis recebidos pelo ALZR. 

Já no segundo semestre, os imóveis Bauducco, Coca-Cola FEMSA e IPG também terão seus valores corrigidos pelo mesmo índice e, somados, representam atualmente aproximadamente 23% da receita derivada de aluguéis do ALZR11. 

Além disso, a gestora destacou que o ALZR11 encerrou o período com caixa de R$ 56,7 milhões – o que representa cerca de 8,8% de seu Patrimônio Líquido e, quando considerado também o caixa do Alianza Digital Realty FII, cuja integralidade das cotas é detida pelo ALZR11 (e através do qual o imóvel Sky fora adquirido).

Na visão da gestora, um volume de caixa neste patamar é considerado saudável para uma eficaz e segura gestão do Fundo. No mercado secundário, o volume médio diário de negociação das cotas foi de R$ 944 mil em janeiro e a base de investidores no fundo cresceu novamente no período, passando para 98.441 cotistas em 31/01. 

O Alianza Trust Renda Imobiliária FII é um fundo imobiliário do tipo tijolo (híbrido) que possui diferentes categorias de investimentos no setor imobiliário. Sua prioridade é investir em propriedades para renda via contratos de locação atípicos (Built-To-Suit e Sale&Leaseback).

DEVA11 informa resultados e rendimentos do mês

A Devant Asset, gestora do Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11), informou aos cotistas nesta última sexta-feira (18) os resultados do mês de janeiro. A gestora explicou sobre os ganhos do fundo e a distribuição aos cotistas. 

A gestora divulgou que referente ao mês de janeiro, o fundo distribuiu um total de R$ 17,4 milhões em rendimentos, ou R$ 1,25 por cota, o equivalente a um dividend yield de 1,29%. Também, a gestora disse que essa remuneração equivale a 175,97% do CDI. Segue abaixo:

DEVA11

Explicação da performance dos seus investimentos

Deste modo, a gestora explicou que mais de 90% da carteira de CRIs possui a remuneração indexada ao IPCA. E para calcular os rendimentos de janeiro o fundo utiliza os índices referentes aos dois meses anteriores: nov/21 (0,95%) e dez/21 (0,73%). 

A gestora comentou que a inflação no país segue persistente, o que de certa maneira contribui com os bons resultados do fundo em relação aos seus investimentos. Falando nisso, a taxa média ponderada da carteira de CRI fechou em 10,36% + inflação, contando com uma duration baixa de 2,8 anos e ativos com “robusta estrutura de garantias”. 

Em relação aos seus investimentos, a gestora disse que o DEVA11 fechou o mês 89,8% alocado em 54 CRIs, 6,8% alocado em cotas de outros FIIs e os demais 3,4% permaneceram em caixa. Confira abaixo o perfil da carteira do fundo:

DEVA11

Neste caso, todas as operações do DEVA11 encontram-se adimplentes diante a totalidade das suas obrigações. Por fim, a gestora garantiu que os CRIs ligados à incorporação seguem com obras dentro dos seus cronogramas, sendo que o comportamento da carteira de recebíveis está em linha com as expectativas da gestão.

O Devant Recebíveis Imobiliários é um fundo imobiliário do tipo papel. Seus investimentos são direcionados para Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).

SNFF11‌ explica operações do mês e mostra resultados

A‌ ‌‌Suno‌ ‌Asset‌,‌ ‌gestora‌ ‌do‌ ‌‌Suno‌ ‌Fundo‌ ‌de‌ ‌Fundos‌ ‌(SNFF11)‌,‌ ‌informou‌ ‌nesta‌ ‌última‌ ‌sexta-feira‌ ‌(18)‌ ‌os‌ ‌resultados‌ ‌e‌ ‌rendimento‌s ‌referentes‌ ‌ao‌ ‌mês‌ ‌de‌ janeiro.‌ Também,‌ ‌a‌ ‌gestão‌ divulgou as operações realizadas e comentou sobre a distribuição de dividendos do fundo. 

Em relação aos resultados do mês de janeiro, o SNFF11 produziu R$0,75 por cota, mas distribuição aos cotistas de R$0,65. Neste mês, o fundo separou o equivalente a R$0,24 de reserva acumulada. Veja abaixo:

SNFF11

Neste caso, a gestora destacou que houve aumento nos resultados dos rendimentos recebidos de outros FIIs, de R$0,71 para R$0,76. Além disso, a gestora ressaltou que tem mantido parte dos resultados em reserva para prover uma linearidade na distribuição dos dividendos. 

Distribuição do fundo e a questão com a CVM

A gestora garantiu que o fundo segue com tranquilidade sua estratégia de investimentos, sem se preocupar com qualquer consequência em relação ao entendimento da CVM a respeito dos dividendos e sua relação com o lucro caixa.

Nesta aspecto, a Suno Asset disse que o SNFF11 faz o cáculo da distribuição a partir do menor valor entre “regime de competência” e “regime caixa”. Desta forma, os cotistas só recebem os resultados atribuídos aos rendimentos recebidos de FIIs investidos ou valores de operações de venda com lucro. 

Operações do mês

O fundo realizou uma série de operações que movimentou o portfólio do fundo A gestora disse que as principais vendas de cotas foram referentes aos seguintes ativos: URPR11, VRTA11, SNCI11 e IRDM11. 

Basicamente, o objetivo dessas operações foi gerar maior caixa por meio do ganho de capital. As operações do URPR11 e VRTA11 “foram short”, ou seja, o fundo atuou na venda das cotas para recomprá-las pagando um preço menor. 

Na ponta compradora, o fundo adquiriu cotas do XPML11 e MGLG11. O primeiro ativo foi comprado pelo seu preço estar descontado. Já o fundo da Mogno, a gestora explicou que vê grande potencial de upside em relação ao ativo. 

Por fim, confira abaixo a carteira do fundo e o peso de cada ativo:

SNFF11

O Suno Fundo de Fundos tem como objetivo investir em cotas de outros fundos de investimento imobiliário e, complementarmente, em ativos ligados ao setor, podendo ser  em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs); letras hipotecárias (LH), letras de crédito imobiliário (LCI) e outros ativos de renda fixa.