‌‌‌O‌‌‌ ‌‌‌‌‌‌IFIX‌‌‌‌‌‌ ‌‌fechou‌‌ ‌‌‌a‌‌‌ ‌‌‌última‌‌‌ quarta-feira‌‌‌ ‌‌‌(23)‌‌‌ ‌‌‌em‌‌ queda ‌‌de‌‌ -0,14%,‌‌‌ ‌‌terminando‌‌ ‌‌‌o‌‌‌ ‌‌‌dia‌‌‌ ‌‌‌em‌‌ ‌‌2.729,33 ‌pontos.‌‌‌ ‌‌‌No‌‌‌ ‌‌‌acumulado‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌mês‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ fevereiro ‌‌‌e‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌ano‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ ‌‌‌2022,‌‌‌ ‌‌‌a‌‌‌ ‌‌‌variação‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌índice‌‌‌ ‌‌‌é‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ ‌‌-1,71%‌‌‌ ‌‌‌e‌‌‌ ‌‌-2,69%‌‌,‌‌‌ ‌‌‌respectivamente.‌‌‌ ‌ ‌

‌‌‌Confira‌‌ ‌‌as‌‌ ‌‌principais‌‌ ‌‌notícias‌‌ ‌‌do‌‌ ‌‌mercado‌‌ ‌‌de‌‌ ‌‌FIIs:‌‌

GGRC11 mostra resultados e informa sobre processos judiciais

A Zagros Capital, administradora do fundo GGR Copevi Renda (GGRC11), informou aos cotistas nesta última quarta-feira (23) sobre os resultados e rendimentos de janeiro. Além disso, a gestora detalhou sobre os processos judiciais que o fundo está envolvido. 

A gestora confirmou que o fundo distribuiu R$0,87 por cota referente ao mês de janeiro. Um dos fatos que contribuíram para o resultado do GGRC11, foi o recebimento do valor correspondente ao aluguel pago anualmente pela locatária Suzano. Confira abaixo: 

GGRC11 fiis

Deste modo, a gestora disse que, para ter uma distribuição mais constante dentro do 1º semestre deste ano, os rendimentos deste ativo serão distribuídos ao longo do 1º semestre de 2022, conforme previsto na legislação vigente. 

Além disso, o GGRC11 não apresenta vacância física em seu portfólio. Por fim, acompanhe abaixo a distribuição do fundo por locatário:

GGRC11 fiis

Incêndio em galpão

Um incêndio atingiu o galpão industrial locado à Covolan Indústria Têxtil Ltda., em Santa Bárbara D’Oeste, na noite de sábado (05) deste mês. 

A gestora prestou toda assistência, deslocando seu time de engenharia para o imóvel com objetivo de auxiliar o locatário em toda a situação que envolveu o fato lamentável. 

Neste caso, a gestora reforçou que o incêndio foi de limitadas proporções, sem vítimas, mas afetou aproximadamente 5.000 m² de um total de 38.131,93² de área construída. O imóvel conta com seguro patrimonial e desde então a empresa cuida das questões referentes ao ocorrido. 

Processos judiciais 

Desde agosto de 2021 o fundo vem divulgando sobre a ação judicial referente à Covolan Indústria Têxtil Ltda. A gestora contratou um assessor jurídico para o GGRC11, que interpôs recurso contra a liminar impetrada pela empresa. 

O agravo de instrumento foi julgado e provido por unanimidade em 15 de dezembro de 2021, sendo considerado um resultado positivo para o fundo. A fim de reaver os valores em atraso, foi proposta pelo GGRC11 a execução de título executivo extrajudicial em face da Covolan e de seus fiadores. 

Sobre o processo que envolve o ativo Aethra, como informado ao mercado, a locatária entrou com uma ação cautelar em 2020 pedindo a suspensão da exigibilidade dos aluguéis com vencimento em março, abril, maio e junho de 2020. 

A Aethra também entrou com o pedido de diluição desses aluguéis ao longo do ano de 2021, sem penalidades contratuais ou acréscimos nesses valores.

Diante disso, o GGRC11 está recorrendo em 2ª instância para reverter a decisão preliminar de 1ª instância, de modo que a Aethra seja obrigada judicialmente a pagar ao fundo as penalidades e acréscimos previstos no contrato pelo atraso de quatro meses de aluguéis do ano de 2020. 

O GGR Copevi Renda tem como objetivo a realização de investimentos em imóveis comerciais, predominantemente no segmento industrial e logístico, com a finalidade de locação atípica ou venda. 

MCCI11 mostra resultados e afirma ter alocado todos os recursos de emissão

O Fundo de Investimento Imobiliário Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11), gestão da Mauá Capital, divulgou nesta quarta-feira (24), o seu relatório gerencial. Referente ao mês de janeiro, o fundo descreveu seus resultado e mostrou investimentos.

A distribuição do fundo para o mês de janeiro/22 foi de R$ 1,00 por cota, equivalente a um dividend yield anualizado de 12,5%, quando considerado o preço de fechamento do mês de R$ 101,25. O fundo pretende manter esse patamar de distribuição de dividendos nos próximos meses. 

Confira os resultados abaixo:

MCCI11

Ao longo do mês de janeiro/22, o fundo adquiriu um novo CRI (Alianza) no montante de R$ 29,5 milhões e remuneração de IPCA + 7,20%, além de um prêmio de R$ 202,5 mil que já se tornou distribuição no mês de janeiro (R$ 0,02 por cota). O portfólio apresenta uma taxa média ponderada de Inflação + 7,2% e CDI + 3,7%.

Investimentos do mês

Adicionalmente, o MCCI11 fez novas integralizações em CRIs já existentes do portfólio, no montante de R$ 1,5 milhão e remuneração média de IPCA + 7,4%. 

Também foi feita a aquisição de 1 FII de CRI no montante de R$ 25 milhões, além da venda de R$ 30,4 milhões distribuída em 7 FIIs. 

Recuperação judicial de devedora

Além disso, a gestora disse que o devedor do CRI Vogue Square (2,3% do PL do MCCI) pediu recuperação judicial. 

A gestora disse estar agindo com tempestividade e tomado todas as medidas cabíveis relativas a um processo dessa natureza. Neste aspecto, a recuperação judicial não implica, necessariamente, na inadimplência pecuniária ou default do CRI. 

Da mesma forma, ambas parcelas com vencimento em janeiro e fevereiro foram devidamente pagas em seus respectivos vencimentos, sem utilização do fundo de reserva 

O Mauá Capital Recebíveis Imobiliários tem por objetivo tem por objetivo auferir rendimento e ganho de capital aos investidores através da aquisição de CRI. O Fundo deverá investir no mínimo 67% de seu patrimônio nesse tipo de ativo.

VGIP11 mostra investimentos após 6ª emissão de cotas

A gestão do Valora Cri Índice de Preço FII (VGIP11) detalhou em seu Relatório Gerencial divulgado na quarta-feira (23), o desempenho do fundo no mês de janeiro. A Valora Investimentos também mostrou os investimentos do VGIP11 após emissão de cotas. 

O fundo distribuiu R$1,28 por cota como rendimento referente ao mês de janeiro, sendo que o pagamento ocorreu no dia 17 de fevereiro. Esse valor equivale a uma rentabilidade líquida de IPCA + 4,6% ao ano, líquido de impostos. Confira abaixo: 

VGIP11

Nos últimos 12 meses, a gestora disse que a distribuição de rendimentos acumulada do VGIP11 foi de R$14,06 por cota (equivalente a 15,71% ao ano ou IPCA + 4,5% ao ano com base no valor da cota patrimonial).

Deste modo, o fundo fechou o mês de janeiro com a totalidade de seu patrimônio líquido alocado em CRI, distribuídos em 44 diferentes operações, num total investido de R$900,4 milhões. 

Investimentos após emissão de cotas

Em relação à 6ª Emissão de Cotas, a gestora destacou que o fundo alocou todo o capital arrecadado em menos de 30 dias de seu recebimento. Os demais recursos foram investidos em instrumentos de caixa. 

Assim, o VGIP11 investiu um total de R$111,5 milhões em CRI distribuídos em 12 diferentes operações. Foram alocados um total de R$50,4 milhões em 9 operações já existentes na carteira, todas indexadas ao IPCA. Dentre essas confira as principais: 

  • R$10,4 milhões do CRI GTLG; 
  • R$8,3 milhões do CRI Tecnisa 344S 
  • R$8,1 milhões do CRI Mabu 204S. 

Da mesma forma, o VGIP11 também aproveitou os recursos da emissão de cotas para adquirir novos CRIs em carteira. Todos esses novos ativos são indexados ao CDI, confira: 

  • R$32,2 milhões no CRI Oscar Freire 50S com cupom de CDI + 4,0% ao ano; 
  • R$20 milhões no CRI Helbor 440S com cupom de CDI + 3,0% ao ano 
  • R$9,3 milhões no CRI Inter 464S com cupom de CDI + 4,5% ao ano 

Além disso, a gestora destacou que parte dos recursos da última emissão foram utilizados para liquidar operações compromissadas de recompras de CRI. No total, a quantidade destinada para este fim foi de R$53,7 milhões.

Em relação a qualidade creditícia da carteira, a gestão garante que todos os CRI encontram-se adimplentes. Na opinião da gestora, a carteira do fundo continua saudável. Confira abaixo os principais indexadores dos ativos do VGIP11:

VGIP11

Sobre a distribuição em regime de caixa

Após informar a alocação de recursos do VGIP11, a gestora explicou aos cotistas sobre o regime de distribuição de proventos, que no caso do fundo, suas distribuições são no regime de caixa. 

A gestora disse que o VGIP11, no final de janeiro de 2022 possuía uma folga positiva de R$0,36 por cota, caso a tese de limitar a distribuição de rendimentos ao lucro contábil prevaleça. 

O Valora Cri Índice de Preço FII é um fundo imobiliário do tipo papel . O foco de seus investimentos está em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), conforme critérios definidos na política de investimento do fundo.