Em dia positivo para o TOPP11, IFIX fecha em queda de 0,17%

Em dia positivo para o TOPP11, IFIX fecha em queda de 0,17%
Em dia postivo para o TOPP11, IFIX fecha em queda de 0,17% (Foto: Pexels/Sergei Tokmakov)

O IFIX encerrou o pregão desta terça-feira (7) em 3.828,53 pontos, com queda de 0,17%, o equivalente a 6,48 pontos em relação ao fechamento anterior, quando o índice havia terminado em 3.835,01 pontos.

Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a máxima de 3.839,21 pontos e a mínima de 3.826,65 pontos. A abertura ocorreu em 3.835,02 pontos, enquanto o fechamento ficou próximo da mínima registrada no dia.

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GGRC11 movimenta R$ 1,46 milhão

Entre os fundos mais negociados do pregão, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) liderou em volume, com R$ 1,46 milhão e queda de 0,31%. Na sequência apareceram o GARE11 (Guardian Logística), com volume de R$ 1,37 milhão e recuo de 0,37%; e o MXRF11 (Maxi Renda), com R$ 1,12 milhão e estabilidade (0,00%).

Outros destaques foram os fundos imobiliários CPTS11 (Capitania Securities II), com R$ 838,66 mil e baixa de 0,13%; e o KNIP11 (Kinea Índice de Preços), com R$ 542,8 mil e alta de 0,31%.

O sobe-e-desce dos FIIs

O TOPP11 (RBR Top Offices FII RL) registrou a maior valorização do dia ao avançar 2,74%, encerrando o pregão cotado a R$ 63,87. A segunda maior alta ficou com o VINO11 (Vinci Offices FII), que subiu 1,53% e fechou negociado a R$ 4,69.

Na ponta negativa, o JSCR11 (JS Recebíveis Imobiliários FII) liderou as perdas da sessão, com queda de 2,17%, terminando o dia cotado a R$ 8,10. Já o BBIG11 (BB Premium Malls FII de Responsabilidade Limitada) registrou a segunda maior baixa do pregão, ao recuar 2,07%, encerrando as negociações a R$ 5,70.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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