SNFZ11 alcança 14 mil cotistas e cresce quase 3x durante um ano
O Fiagro SNFZ11 atingiu um novo marco em sua trajetória ao superar a marca de 14 mil cotistas, consolidando o avanço da sua base de investidores em meio ao maior interesse do mercado por ativos expostos ao agronegócio brasileiro.
O crescimento é expressivo quando comparado ao início dessa trajetória recente. Em abril de 2025, o fundo contabilizava 3.823 investidores. Desde então, o número mais que triplicou, representando uma expansão de aproximadamente 266% na base de cotistas em pouco mais de um ano.
O movimento ocorre em paralelo à manutenção da política de distribuição de rendimentos do fundo. Segundo comunicado divulgado pela gestão, o SNFZ11 pagará R$ 0,10 por cota aos investidores posicionados até o encerramento do pregão de 15 de junho de 2026. O pagamento está previsto para o dia 25 de junho.
Considerando o preço de fechamento das cotas em maio, de R$ 9,75, a distribuição representa um dividend yield mensal de aproximadamente 1,03%. Em termos anualizados, o retorno alcança cerca de 12,31% ao ano, desconsiderando o reinvestimento dos proventos.
SNFZ11 ganha escala em meio ao avanço do agronegócio
A expansão da base de investidores acompanha a crescente atenção do mercado aos ativos fundiários, vistos como instrumentos capazes de capturar tendências estruturais do agronegócio brasileiro, como a valorização das terras e a diversificação das fontes de receita no campo.
As propriedades do SNFZ11 estão localizadas em Gaúcha do Norte (MT), uma das principais fronteiras agrícolas do país. A região se beneficia do sistema de dupla safra, com a produção de soja seguida pelo cultivo do milho, além do fortalecimento da indústria de etanol de milho.
Fiagro prepara expansão de R$ 120 milhões
Além disso, a expansão do SNFZ11 em Mato Grosso avança com a terceira emissão de cotas anunciada pela Suno Asset, que pode movimentar cerca de R$ 120 milhões para aquisição de novas propriedades.
A operação, de até 12,08 milhões de cotas a R$ 10,20, busca ampliar a exposição do fundo à valorização de terras e à renda recorrente. Os recursos devem adicionar cerca de 2,2 mil hectares agricultáveis, fortalecendo a presença no principal polo da soja no país.