IFIX recua para 3.811,18 pontos e encerra quarta-feira em queda de 0,34%

IFIX recua para 3.811,18 pontos e encerra quarta-feira em queda de 0,34%
IFIX recua para 3.811,18 pontos e encerra quarta-feira em queda de 0,34% (Foto: Pexels)

O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (17) aos 3.811,18 pontos, com queda de 0,34%, o equivalente a uma perda de 13,03 pontos em relação ao fechamento anterior, que era de 3.824,21 pontos.

Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários operou em baixa e oscilou entre a máxima de 3.830,26 pontos e a mínima de 3.809,71 pontos. O fechamento ocorreu próximo do menor nível registrado durante o pregão.

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Mesmo com o recuo desta quarta-feira, o IFIX segue acima dos 3.800 pontos. A máxima de 52 semanas permanece em 3.944,38 pontos, enquanto a mínima do mesmo período é de 3.402,09 pontos.

CPTS11 lidera em volume

Os fundos imobiliários mais negociados do dia foram CPTS11 (Capitania Securities II Fundo de Investimento Imobiliário), com volume de R$ 1,72 milhão e queda de 1,22%; e o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário), com volume de R$ 1,46 milhão e recuo de 0,31%.

A seguir, destacaram-se o GARE11 (Guardian Real Estate FII), com R$ 1,3 milhão e baixa de 0,12%; o GGRC11 (GGR Covepi Renda FII), com R$ 1,19 milhão e queda de 0,30%; e o SNEL11 (Suno Energias Limpas FII), que movimentou R$ 719,62 mil negócios e caiu 1,56%.

Entre os destaques do dia, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários FII) apresentou o pior desempenho da sessão, com recuo de 3,62%, terminando o dia cotado a R$ 22,55. Já o BCRI11 (Banestes Recebíveis Imobiliários FII) teve a segunda maior queda do pregão, com desvalorização de 3,48%, encerrando as negociações a R$ 59.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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