IFIX fecha quarta-feira aos 3.860,19 pontos, em alta de 0,1%

IFIX fecha quarta-feira aos 3.860,19 pontos, em alta de 0,1%
Foto: Suno/Banco

O IFIX encerrou a quarta-feira (25) aos 3.860,19 pontos, avanço de 3,74 pontos (+0,10%) frente ao pregão anterior, quando marcou 3.856,45 pontos. O movimento reflete um pregão de viés levemente positivo, com destaque para alguns nomes de maior liquidez e recuperação pontual em segmentos logísticos e de papel.

Entre os destaques de alta, o BCIA11 (FII Bradesco Carteira Imobiliária) brilhou com ganho de 3,24%, fechando a R$ 95,50. Na sequência, o VILG11 (Vinci Logística) subiu 1,76%, a R$ 100,64, acompanhando o bom humor do mercado com ativos logísticos em um dia de apetite moderado por risco.

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Do lado negativo, o PVBI11 (VBI Prime Properties) recuou 2,65%, a R$ 76,98, pressionado por ajustes de carteira e realização de lucros recentes. O KORE11 (Kinea Oportunidades Real Estate) também cedeu, com baixa de 1,57%, terminando a R$ 75,66, em linha com um desempenho mais fraco entre fundos de estratégia oportunística.

No critério de maior liquidez, o MXRF11 liderou o volume, com cerca de 1,45 milhão de operações e alta de 0,93%, reforçando o interesse por fundos de papel com distribuição consistente. O GARE11 veio logo atrás, somando aproximadamente 1,37 milhão de negócios e ganho de 0,84%, sustentado por portfólios logísticos resilientes.

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Em terceiro lugar no giro, o CPTS11 registrou perto de 804 mil transações e valorização de 0,38%, seguido pelo GGRC11, com algo em torno de 630 mil operações e avanço de 0,40%. Esses movimentos indicam continuidade na busca por rendimentos regulares e exposição a contratos atípicos.

Fechando o grupo mais negociado, o HGBS11 contabilizou cerca de 494 mil operações, com leve alta de 0,05%. No agregado, o pregão mostrou um quadro equilibrado, em que a IFIX manteve leve tendência positiva, enquanto investidores calibraram posições diante do cenário macro e da precificação de risco no segmento imobiliário.

Em síntese, a sessão foi marcada por ganhos marginais no índice, liderança de alta do BCIA11 e correção pontual em PVBI11, com giro concentrado em nomes tradicionais e liquidez robusta entre os principais fundos imobiliários.

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