Novos dividendos já foram anunciados pelo BRCR11; descubra o valor
O fundo imobiliário BRCR11 confirmou a distribuição de R$ 0,41 por cota em dividendos, cujo valor é referente à competência de fevereiro de 2026.
O pagamento de dividendos do BRCR11 está previsto para 15 de abril, mas será feito somente aos investidores posicionados até 8 de abril.
Levando em conta a cotação de fechamento do mês de março em R$ 46,76, o valor atual dos proventos corresponde a um Dividend Yield mensal aproximado de 0,88%.
O fundo imobiliário BRCR11 mantém esse mesmo patamar de proventos pelo 11º mês consecutivo, trazendo certa previsibilidade da renda distribuída.
Perfil e estratégia do fundo imobiliário BRCR11
Constituído em junho de 2007, o FII BRCR11 está entre os maiores fundos imobiliários listados na B3, com foco em lajes corporativas geradoras de renda em grandes centros comerciais.
A gestão adota postura ativa, combinando renegociação contratual, modernização dos ativos e reciclagem estratégica do portfólio, com o objetivo de estabilizar receitas e maximizar retorno no longo prazo.
Em fevereiro de 2026, a vacância financeira era de 9,4% da receita potencial, enquanto a vacância física correspondia a 11,6% da ABL, ambos indicadores inferiores aos do mês anterior.
No período, foram registradas novas locações relevantes pelo fundo BRCR11:
- Torre Almirante: ocupação de dois andares (2.493 m²) pela Wilson Sons, multinacional do setor de logística e operações marítimas;
- Eldorado Business Tower: nova locação com valores superiores a R$ 220/m²;
- EZ Towers – B: locação de meia laje, reforçando a demanda por ativos corporativos de alto padrão.
Ao fim de fevereiro, as áreas vagas estavam distribuídas entre Torre Almirante (10.977 m²), MV9 (2.758 m²), Eldorado (1.030 m²), EZ Towers (1.243 m²) e Sucupira (753 m²).
A receita está concentrada na região Sudeste. São Paulo responde por 59% da receita contratada, enquanto o Rio de Janeiro representa 41%.
Por setor, 71% da receita do BRCR11 está classificada na categoria “outros”. Os setores de saúde (13%), seguros (9%) e financeiro (7%) completam a carteira.