TGAR11 divulga dividendos para abril, com yield de 1,09%; saiba mais


O fundo imobiliário TGAR11 anunciou um novo pagamento de dividendos para o mês de abril. A distribuição será de R$ 1,00 por cota, conforme informado ao mercado nesta segunda-feira (31/03).

Considerando a cotação de R$ 90,80 no fechamento de março, o fundo apresenta um dividend yield mensal de 1,09%. Os proventos são isentos de imposto de renda para pessoas físicas.
O pagamento está agendado para o dia 14 de abril, com data de corte no último dia útil de março, ou seja, apenas os cotistas posicionados até 31/03 terão direito ao recebimento.
A projeção de dividendos do TGAR11 para o primeiro semestre de 2025 foi mantida entre R$ 0,90 e R$ 1,10 por cota, refletindo a estratégia adotada pela gestão.
TGAR11 registra receita de 23,7 milhões em janeiro
O TGAR11 encerrou janeiro com um faturamento de R$ 23,7 milhões, mantendo um desempenho impulsionado, principalmente, pela classe de equity, que representou 78,99% das receitas do período. Já a classe de crédito foi responsável por 16,30% da receita total.
A TG Core Asset, gestora do fundo, informou o lançamento de dois novos empreendimentos na categoria de urbanismo. O destaque foi o Valle dos Ipês loteamento em Petrolina (PE), que alcançou um recorde de vendas na história do TGAR11, com mais de 1.800 unidades comercializadas e um Valor Geral de Vendas (VGV) total de R$ 164,69 milhões.
O segundo lançamento, Jardim dos Pássaros, em Aparecida de Goiânia (GO), conta com 372 unidades e um VGV de R$ 52,21 milhões.
Guidance do TGAR11
O relatório mais recente do TGAR11 trouxe uma revisão no guidance de rendimentos para os próximos meses. Em janeiro e fevereiro, a distribuição ficou em R$ 1,00, com pagamentos em 14 de fevereiro e 18 de março, respectivamente. Até junho, o valor projetado varia de R$ 0,90 a R$ 1,10 por cota.
A gestão do TGAR11 esclareceu que a revisão dos dividendos foi necessária devido à variação do cenário macroeconômico, que impactou os segmentos de incorporação imobiliária, levando a uma postura mais conservadora na distribuição de lucros.