VINO11 e RBFF11 sobem, mas IFIX fecha em leve queda, interrompendo série de recordes

VINO11 e RBFF11 sobem, mas IFIX fecha em leve queda, interrompendo série de recordes
IFIX fecha em leve queda, aos 3.810 pontos, e interrompe série de recordes

O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) interrompeu uma sequência de recordes e encerrou o pregão desta terça-feira (20) aos 3.810,80 pontos, registrando queda de 0,07%, equivalente a uma perda de 2,58 pontos em relação ao fechamento anterior.

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Com o recuo desta terça-feira, o IFIX interrompeu a sequência recente de altas, que vinha levando o índice a renovar máximas históricas nos últimos pregões.

Durante a sessão, o índice oscilou entre a mínima de 3.806,23 pontos e a máxima de 3.815,26 pontos, refletindo um dia de variação moderada no mercado de fundos imobiliários. No pregão anterior, o índice de fundos imobiliários havia encerrado aos 3.813,38 pontos.

O sobe-e-desce dos FIIs

Entre as maiores altas do dia, o VINO11 apresentou o melhor desempenho do pregão, com valorização de 3%, encerrando as negociações a R$ 5,49. Na sequência, o RBFF11 registrou alta de 1,92%, com fechamento a R$ 10,63. Outros fundos também figuraram entre os destaques positivos, mas com variações mais moderadas.

No campo negativo, o URPR11 liderou as perdas da sessão, com recuo de 1,91%, encerrando o dia cotado a R$ 37,42. O XPSF11 também apresentou desempenho negativo relevante, com queda de 1,64%, terminando o pregão negociado a R$ 6,61. Outros fundos completaram a lista das principais baixas do dia, com recuos inferiores a 2%.

Apesar das oscilações individuais entre os fundos, o IFIX manteve-se próximo da estabilidade ao longo do pregão, refletindo um movimento equilibrado entre altas e baixas no conjunto dos FIIs negociados.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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