XPLG11 mantém dividendos em 1º anúncio após compra bilionária; veja quanto

XPLG11 mantém dividendos em 1º anúncio após compra bilionária; veja quanto
XPLG11 acaba de anunciar novos dividendos para janeiro. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário XPLG11 divulgou um novo pagamento de dividendos, no valor de R$ 0,82 por cota, repetindo o patamar observado nos últimos 12 meses consecutivos. Foi a primeira distribuição anunciada após a conclusão da 8ª emissão de cotas do fundo, que permitiu uma aquisição bilionária de ativos dos FIIs RBRL11 e RDLI11.

Imagem convidando internauta a entrar no canal do FIIs.com.br do Whataspp. Imagem mostra logo e o texto "Tenha acesso às principais atualizações e notícias do Mercado de Fundos Imobiliários" com o botão "Entrar no grupo".

Terão direito aos dividendos do XPLG11 os investidores posicionados no fundo até o dia 30 de dezembro de 2025. A distribuição será realizada em 15 de janeiro de 2026, com isenção de imposto de renda para pessoas físicas, conforme a legislação vigente.

Os investidores que participaram da 8ª emissão de cotas do XPLG11 também foram beneficiados. Os portadores dos recibos XPLG13, adquiridos na fase de direitos de preferência, terão direito ao pagamento de R$ 2,03 por cota. Portadores dos recibos escriturais da 1ª integralização receberão R$ 0,63 por recibo; e os da 2ª ª Integralização; e os da 2ª integralização terão direito a R$ 0,33 por recibo. Os recibos serão convertidos em cotas do XPLG11 na próxima segunda-feira (5).

Considerando a cotação de fechamento de dezembro, em R$ 105,88, os rendimento corresponde a um dividend yield mensal aproximado de 0,77%.  Já a média de dividendos pagos nos últimos 24 meses está em torno de R$ 0,80 por cota, um pouco abaixo do patamar atual.

Carteira e investimentos do XPLG11

Ao longo de novembro, o portfólio do fundo XPLG11 manteve uma composição mais concentrada em ativos imobiliários, que representavam 96% do total investido. As demais parcelas permaneceram distribuídas entre aplicações financeiras e cotas de outros fundos imobiliários, cada uma com participação de 2%.

Sobre o perfil contratual, a receita imobiliária seguiu bem equilibrada entre contratos típicos, responsáveis por 53% da receita, e contratos atípicos, que representaram os 47% restantes.  

Em relação a diversificação da base de locatários, a Leroy lidera a receita com 12%, seguida por Renner e Mercado Livre, ambas com 8%. Mobly responde por 6%, enquanto Magazine Luiza e B2W contribuem com 4% cada.  Já o grupo classificado como “outros” concentra 57% da receita do fundo imobiliário XPLG11.

Por setor, o comércio varejista segue como principal fonte de receita, com 58%, seguido por material de construção (12%) e logística (10%). Os demais setores representam 19% da receita imobiliária.

Quanto à indexação dos contratos do fundo imobiliário XPLG11, 92% da receita imobiliária está corrigida pelo IPCA/IBGE, enquanto apenas 8% utiliza o IGP-M.

Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça. notícias relacionadas últimas notícias